Tempos houve em que as histórias em quadrinhos aqui neste Patropi eram consideradas coisas do demo, do canhoto ou seja lá que nome deem ao anjo dissidente das hordes celestiais. Você, amável e atilado leitor, que no conforto do seu sacrossanto lar gosta de ler bem editados álbuns de luxo de HQ que hoje circulam em toda parte com pompa e circustância, ficará um tanto cético diante de tal afirmação, mas ela é a pura expressão da verdade, por mais absurda que lhe possa parecer. Em meados de 1930 o empresário Adolfo Aizen, através do Suplemento Juvenil, lançou as HQs aqui no Brasil. Quer dizer, esta é a versão corrente, embora haja os que afirmem que antes dele já havia pubicações pioneiras de quadrinhos por aqui. O fato é que Aizen lançou com grande repercussão, em larga escala, de maneira maciça e por isso é considerado o grande marco dos quadrinhos no Brasil. Entre os leitores e os quadrinhos houve uma paixão instantânea e fulminante que se fortaleceu à medida em que o tempo foi passando. Não percamos de vista que nesse nosso país varonil de céu de anil somos forçados a conviver com um magote de gentes de mentalidade retrógrada, reacionários, autoritários e violentos que têm em comum o repugnante hábito de tentar impor aos demais a sua forma distorcida de enxergar o mundo por seus critérios malévolos como o que enxergava nas HQs a presença maligna do demo, o coisa ruim, o capiroto, o diabo. E não estamos falando do simpático personagem, o diabinho chamado Brasinha, o Hot Stuff, the Little Devil, que circulou no nosso patropi em gibis nos anos 60s e era aceito entre nós sem temores de despropositadas caça às bruxas, quando o número dos ditos cristãos fanatizados e iracundos ainda não parecia algo a ser temido, embora Brizola, que sempre teve uma aguçada visão da política, já fizesse alertas das catástrofes que a fé manipulada por charlatães inevitalmente traria ao Brasil. Hoje os mais atentos se dão conta das terríveis consequências que a fusão em curso das igrejas neopentecostais com a extrema nos ameaça a todos com sérias atrocidades. Premonitório Briza! 11 abril 2026
As Histórias em Quadrinhos, o diabo contra o Brasil
Tempos houve em que as histórias em quadrinhos aqui neste Patropi eram consideradas coisas do demo, do canhoto ou seja lá que nome deem ao anjo dissidente das hordes celestiais. Você, amável e atilado leitor, que no conforto do seu sacrossanto lar gosta de ler bem editados álbuns de luxo de HQ que hoje circulam em toda parte com pompa e circustância, ficará um tanto cético diante de tal afirmação, mas ela é a pura expressão da verdade, por mais absurda que lhe possa parecer. Em meados de 1930 o empresário Adolfo Aizen, através do Suplemento Juvenil, lançou as HQs aqui no Brasil. Quer dizer, esta é a versão corrente, embora haja os que afirmem que antes dele já havia pubicações pioneiras de quadrinhos por aqui. O fato é que Aizen lançou com grande repercussão, em larga escala, de maneira maciça e por isso é considerado o grande marco dos quadrinhos no Brasil. Entre os leitores e os quadrinhos houve uma paixão instantânea e fulminante que se fortaleceu à medida em que o tempo foi passando. Não percamos de vista que nesse nosso país varonil de céu de anil somos forçados a conviver com um magote de gentes de mentalidade retrógrada, reacionários, autoritários e violentos que têm em comum o repugnante hábito de tentar impor aos demais a sua forma distorcida de enxergar o mundo por seus critérios malévolos como o que enxergava nas HQs a presença maligna do demo, o coisa ruim, o capiroto, o diabo. E não estamos falando do simpático personagem, o diabinho chamado Brasinha, o Hot Stuff, the Little Devil, que circulou no nosso patropi em gibis nos anos 60s e era aceito entre nós sem temores de despropositadas caça às bruxas, quando o número dos ditos cristãos fanatizados e iracundos ainda não parecia algo a ser temido, embora Brizola, que sempre teve uma aguçada visão da política, já fizesse alertas das catástrofes que a fé manipulada por charlatães inevitalmente traria ao Brasil. Hoje os mais atentos se dão conta das terríveis consequências que a fusão em curso das igrejas neopentecostais com a extrema nos ameaça a todos com sérias atrocidades. Premonitório Briza! 08 abril 2026
Meu grande ídolo é um fascista, misógino, reacionário e homofóbico.
07 abril 2026
O idioma franco-português falado na terra do Professor Pasquale.
Sou um liberal avant la lettre. Nos costumes, que fique claro. No atual sentido político-econômico, nem pensar. Esse negócio de lassez faire, lassez aller, lassez passer, só é bom mesmo para um grupinho e há que se ter um olho bem aberto. Ou melhor, os dois. Sou do time da liberté, égalité et fraternité, mas não na base do uso de la guillotine, Sacré bleu! Já fui um enfant terrible, mas jamais um enfant gâté. Nem um franc-maçon, coisa que, aliás, vejo com muitas reservas. Sempre busquei encarar a vida como um bon vivant e tudo comigo é às claras, ali no vis-à-vis, no tête-à-tête. Nunca morei em chateau, só em modestas maisons. Fui sempre um gourmand mas nem sempre - ai de mim! - um bon gourmet. Adoro cassoulet, bouef bourguignon, filet au poivre, e lambo os dedos saboreando um foie gras, mas não dispenso um bom soufflé e um caprichado ratatouille. Na sequência, crêpes Suzette flambées ao melhor estilo da Le Cordon Bleu, até minha barriga estufar, já que esse negócio de novelle cuisine não combina muito com meu estilo de sujeito de baixa extração. Já gostei muito de cognac ( à la santé, mon ami Paulo Carrusô! ) e de champagne. Mas nunca, mon Dieu, tive o prazer de saborear um Grand Cru, como o Romanée-Conti. Ou um Le Montrachet. Mas quem sabe, um dia chego lá. Enquanto isto vou sorvendo umas garrafas de um popular Capelinha, que prefiro chamar de Petite Chapelle, o que engana os mais desatentos. No amor, me envolvi com cocottes e também sofri, com alegria, nas garras de femmes fatales. Curto Vaudeville e adoraria ir no Moulin Rouge assistir um Can-can. Aprecio filmes noir, Novelle Vague, Art Naif, Art Noveau e as delícias da Belle Époque. Já Décor e Art Déco nem tanto, talvez por eu não ser um nouveau riche. Gosto de trabalhar com papier marché e com papier glacé. Tento desenhar e pintar e, para tal, uso muito o papier couché, cada vez mais difícil de encontrar nesta Soterópolis. Primeiro faço debuxos e croquis depois uso Caran d'Ache. Adoro todas as cores, mas depois daquela Copa da França de 98, não me falem em Les Bleus, muito menos em Zidane. Sem falsa modéstia, sou coqueluche nas altas rodas de Montmatre e outros sítios menos votados. E nas minhas vernissages, sorvendo taças de um bom bordeaux, saboreio croissant, croquete, petit-pois, crème brûlée e um bom petit gâteau au chocolat. Mon Dieu, mon Dieu! Alors, no balanço do Olodum, o meu au revoir para vocês, mons enfants de la patrie.(040214)
05 abril 2026
Os bebês reborn, as infindáveis pretensões
26 março 2026
Setúbal, um ilustrador ilustre, redações, espaços virtuais.
20 março 2026
16 março 2026
O bundamolismo que assola esse auriverde torrão tupiniquim
Nem bem se esvanece o rocio e este estoico cartunista já está em plena atividade no Central Park, na mui frígida atmosfera dessa Big Apple -onde resido e laboro- malhando espartanamente. Mister se faz ter hercúleo físico para poder superar as cotidianas barreiras encontradas por um genuíno cartunista. Nós, os cartunistas autênticos, vivemos eternamente em pugna imensa contra as mazelas impingidas à raça humana, inerme e desprotegida, ainda que armada esteja. Tamanha dedicação não impede que tantos não nos reconheçam como seus legítimos e heroicos protetores e que nos dirijam injustas e indevidas ofensas. E se extremistas armados nos trucidam em mortais ataques, comemoram aos gritos de “bem feito, bem feito!!”. Miríades de brasileiros incorrem em tais abomináveis equívocos e em terras tupiniquins não faltam os que nos apodem de quixotescos e, de forma chula, nos chamem de bundas moles. Pensar nisso me faz intensificar a malhação dos meus bíceps, tríceps e principalmente dos meus glúteos para enrijecê-los de forma pétrea. Bunda mole é mãe!
***Na sessão de hoje, posto três trabalhos ilustracionísticos de minha lavra, em uma homenagem ao assaz laureado cineasta Lima Barreto, nada de technicolor ou tequinicólor, só sertão com suas muitíssimas veredas, sertão nordestino, cangaço e cangaceiros em P&B.
3. CANGACEIRO E BANDO. Ilustração para livro, Fakexilo, uma simulação de xilogravura feita com guache branco em papel preto.12 março 2026
O TEA é um "transtorno da moda", diz diretora de Escola afastada por atitudes adotadas contra aluno autista. Marcos Mion concorda?
11 março 2026
Qualquer música, ah, qualquer, logo que me tire da alma Trump, Bozo e a Famiglia Marinho.
Música, música! Basta dos bombardeios de horrores de Trump, de Bozonazi et caterva que a desinformante Rede Globo, da trilionaríssima Famiglia Marinho nos empurra goela abaixo como dulcíssimas verdades e inquestionáveis pós-verdades. Só música, ah, qualquer música! Ontem, hoje, agora, ainda e sempre. Gravada ou ao vivo, via rádio, seja AM ou FM, em CD original ou pirata, no MP3, no vinil, no computador, na trilha sonora de filmes, de novelas, de minisséries televisivas, de peças teatrais, no coreto da praça, em anfiteatro, na viola de um cego cantador, no repente surpreendente do repentista eminente, na tuba, na conga, conga, conga, no contrabaixo, no alto falante do circo mambembe, na flauta doce ou salgada, na gaita de quem não tem gaita, no saxofone, no violino de som fino, na rabeca da Rebeca, no oboé ou não é, no bandonione, no realejo, no fagote, no violão, na guitarra, no contrabaixo, na harmônica, no órgão da igreja, nos atabaques dos terreiros de candombé, na chaleira do Hermeto, no prato da Edith, na caixinha de fósforos do Cyro Monteiro, no pente sem um dente, no cavaquinho, no bandolim, no banjo do arcanjo, na lira do delírio, no fole prateado só de baixo 120 botão preto bem juntinho como nego empareado, no triângulo, na zabumba, nos oito baixos de Januário, nos pífanos, no pandeiro, no reco-reco, bolão e azeitona, na cuíca, na tumbadora, no piano de cauda, no berimbau, plugged ou unplugged, na guitarra havaiana, na guitarra portuguesa, na guitarra baiana de Armandinho Macedo. Música, música, música, música! Chico, Caetano, Milton, Tom, João Gilberto, Caymmi, Baden, Gil, João Bosco, Aldir, Macalé, Moraes, DodôeOsmar, Zeca Baleiro, Ary, Pixinguinha, Gal, Elis, Carmen Miranda, Ângela Maria, Dalva, Dolores Duran, Maysa, Astrud, Marisa Monte, Daúde, Gal, Bethânia, Tomzé, Titãs, Mutantes com Rita Lee, Rita Lee sem os Mutantes, Cássia, Calcanhotto, Marina, Clementina, Raul Seixas, Anysio Silva, Chico Science e Chico César, Mestre Ambrósio, Siba, Waltinho Queiroz, Bonfá, Arnaldo Antunes, Benjor, Chorão, Cartola, Nelson - o Gonçalves e o Cavaquinho - Gonzagão, Mozart, Sivuca, Hermeto, Dominguinhos, Jackson, Genival, Manezinho, Gordurinha, Ludugero, Aznavour, Armstrong, Gardel, Modugno, Henri Salvador, Salif, Bienvenido, Cesária, Amália, Carminho, Dulce Pontes, Luz Casal, Sapoti, Piaff, Callas, Gordurinha, Manezinho Araújo, Riachão, Batatinha, Walmir Lima, La Lupe, Chavela Vargas, Chabuca Granda, Celia Cruz, Nina Simone, Bola de Nieve, Piazzola, Agustin Lara, Lennon e McCartney, Roberto e Erasmo. Música, música. Samba, rock, baião, xaxado, xote e xoxote, maxixe e jiló, chorinho, dobrado, mazurca, jazz, tango, fado, valsa, frevo, axémiuzique, balancê, pasodoble, coco, maracatu, corta-jaca, tarantela, samba-de-véio, samba-duro, samba de roda, samba-reggae, samba-rock, samba de breque, samba de black, blues, funk, bossa-nova, chá-chá-chá de la secretária, salsa, mambo, calipso, merengue, cumbia, reggae, bolero-lero-lero-lero, begin the beguine. Só música, música, música, música! Até mesmo feita plasticamente, com o som fluindo de pincéis deslizando sobre uma tela carregados com tinta acrílica, como nesta pintura acima que fiz con mucho gusto e que resolvi usar como ilustração para esta postagem. Música, música. Excetuando-se a unanimemente indesejada marcha fúnebre, qualquer música, ah, qualquer, logo que me tire da alma esta incerteza que quer qualquer impossível calma! (111019)
08 março 2026
Eu quero ser uma locomotiva para atropelar você.
Domenico de Masi sobre a atroz aniquilação da inteligência coletiva brasileira.
*“Esta ditadura reduz a inteligência coletiva do Brasil. Durante esta pandemia, Bolsonaro se comportou como uma criança, de um jeito maluco. Ou seja, o ditador conseguiu impor um comportamento idiota em um país muito inteligente. Porque é isso que fazem as ditaduras.*
*Este me parece um fato tão óbvio que às vezes nos passa despercebido. Quando o país é comandado por pessoas tão tacanhas, a tendência é o rebaixamento geral do nível cognitivo da sua população.*
*É fácil entender por quê. Sob Bolsonaro, Damares, Araújo, Pazuello, Salles, Guedes & Cia, vemo-nos obrigados a retomar debates passados, alguns situados na Idade Média, ou no século 19, como se fossem novidades.*
*Terraplanismo, resistência à vacinação e a medidas básicas de segurança sanitária, pautas morais entendidas como questões de Estado, descaso com o meio ambiente, tudo isso remete a um passado que considerávamos longínquo.*
*Quando entramos nesse tipo de debate entre nós, ou com as “autoridades”, é como se voltássemos da pós-graduação às primeiras letras do curso elementar. Somos forçados a recapitular consensos estabelecidos há décadas, como se nada tivéssemos aprendido.*
*É como forçar cientistas a provar de novo a esfericidade da Terra ou a demonstrar eficácia da vacinação. Ou defender, outra vez, a necessária separação entre Igreja e Estado, mais de 230 anos depois da Revolução Francesa.*
*É muita regressão e ela nos atinge. De repente, nos surpreendemos discutindo o óbvio, gastando tempo com temas batidos e desperdiçando energia arrombando portas abertas séculos atrás na história da humanidade.*
*À parte a necessária luta política para nos livrarmos o quanto antes dessa gente, entendo que existe uma luta particular e que depende de cada um de nós: a luta para não emburrecer.*
*Manter a lucidez e a inteligência através da leitura de bons autores e da escrita. Manter viva a sensibilidade pela conversa com pessoas normais e pela boa música. Assistir a bons filmes para contrabalançar a barbárie proposta pela vida diária e pelas redes sociais.*
*Enfim, mantermo-nos íntegros e fortes para a reconstrução futura do país. Não podemos ser como eles. Não devemos imitá-los em sua violência cega. Não podemos nos deixar contaminar por sua estupidez. Eles passarão. E estaremos aqui, para recomeçar.*
*Provavelmente, o que leva a esse rebaixamento é o ódio e o ressentimento por levar as pessoas a se sentirem, no fundo, perdedoras (é o caso de todos os bolsonaristas que conheci mais de perto) e ter de encontrar bodes expiatórios para culpá-los. A cultura competitiva, que estabelece, com critérios perniciosos, o que é ter sucesso, faz com que quem entra nesse jogo perverso, sinta-se, no final das contas, sempre um perdedor.”*
051022
04 março 2026
Ed LittleBanana, a calçada da White House e seus segredos revelados
28 fevereiro 2026
Nana Caymmi, a canção de Lô Borges, Milton Bituca e Márcio Borges, a ditadura militar
24 fevereiro 2026
Cau Gomez, mineirim e baianim / Pintando o Set 8
(260511)
22 fevereiro 2026
Mulher de Peixes no Horóscopo de Vinicius de Moraes
(211013)
12 fevereiro 2026
Apaches do Tororó, Buck Jones e todos blocos de índios do carnaval da Bahia
Mister se faz dizer que naquela libertária década de 70 o hoje predominantemente noturno carnaval de rua da Bahia tinha seu início ainda pelas manhãs no mais das vezes ensolaradas, e o melhor da festa se concentrava na Praça Castro Alves com o sol rompendo ao meio-dia, como diz o caetanístico frevo Atrás do Trio Elétrico. Ali se misturavam gentes famosas e os anônimos, vendedores, foliões, héteros, gays, brancos, negros, mulatos e gringos, sob sol ou sob chuva, suor, cerveja e muita Maria Joana sob o olhar cúmplice do condoreiro Poeta da Abolição ali esculturado e era bem dali, da mão do poeta, que o sol se levantava e a lua se deitava na côncava praça. Esse carnaval baiano e essa Praça Castro Alves fizeram por onde merecer e foram eternizados, celebrizados, perpetuados em emblemática canção de Caetano Veloso em que, parafraseando o grande vate abolicionista, o mano de Beta Beta Bethânia retratou os costumes populares da época dizendo que "a praça é do povo como o céu é do avião". Ouvi e achando pertinente o dito, tratei de descolar espaço cativo na renomada ágora.
23 janeiro 2026
26 dezembro 2025
As sandálias havaianas na vida de João Ubaldo Ribeiro
17 outubro 2025
Ed Little Banana não sabe como aniquilar um velho Vampiro.
O FUGITIVO LITTLE BANANA É TÃO PARVO QUANTO SEU CONDENADO PAI. POIS NÃO É QUE O CABEÇA DE MOUNJARO DEU DE AMEAÇAR MICHEL TEMER COM SANÇÕES TRUMPISTAS? NESSE NOSSO AURIVERDE TORRÃO, L.B. É O ÚNICO A IGNORAR O FATO DE QUE SÓ É POSSÍVEL ACABAR COM TEMER PENETRANDO EM SUA SECULAR TUMBA E FINCANDO-LHE UMA PONTIAGUDA ESTACA NO PEITO.
23 setembro 2025
Como Ed Little Banana deve agir com Michel Temer
O FILHO 03, QUE SEMPRE MOSTRA SER TÃO APEDEUTA E FANÁTICO PELO TORTURADOR CEL.ULSTRA QUANTO SEU BIBLIÓFOBO, SOLUÇANTE E VOMITANTE GENITOR, ANDA AGORA AMEAÇANDO MICHEL TEMER COM SANÇÕES TRUMPISTAS. ORA, ORA, TODOS SABEM QUE A ÚNICA FORMA DE ACABAR COM TEMER É PENETRAR SILENTEMENTE EM SUA SOMBRIA TUMBA E FINCAR-LHE UMA ESTACA NO PEITO.
24 abril 2025
10 abril 2025
Contra corrupção e golpismos, Glauber Braga é imprescindível.
GLAUBER FICA!!
GLAUBER FICA!!
GLAUBER FICA!!
GLAUBER FICA!!
GLAUBER FICA!!
GLAUBER FICA!!
GLAUBER FICA!!
GLAUBER FICA!!
GLAUBER FICA!!
09 abril 2025
Manifestação bozonarista pró-golpe juntou um padreco, um pastoreco e um pai de santeco.
Quem fala que já viu de tudo nesse Brasil varonil erra feio. Em que outro lugar do mundo alguém já testemunhou, como nós outros, uma manifestação de escopo extremista de direita a bordo de um trio elétrico, travestida de simpática confraternização democrático-ecumênica entre um oportunista PADRE DE ARRAIÁ JUNINO, um grande PASTOR BOCA SUJA EXTREMISTA DE DIREITA e um venal PAI DE SANTO FASCISTÓIDE?
O Cenourão ianque e o supertarifaço contra a China de Xi Jinping
Big Carrot agora diz que a China será taxada em 125% e que com sua benevolência aliviará para os mais miseráveis com uma módica taxação de 10%. Aliás as Redes Bozonarianas espalham que o Brazil será obrigado a pagar só os 10% graças à interferência de Ed Little Banana, nova eminência parda da White House após treta Trump x Elon Muche.
08 abril 2025
BOZONAZI INGLIXI CÔRSE
"Ái donte estrupe iú bicóze iú donte meresseichã!". "I uil guive a golpi in the fêrst oportuniti!". "Letes gou fuzilar the pitralhada." "Quil tuênte touzânde pipôus including Efe Agá Ci!". "Fór resolveichã ze poluêichã iz enófe iú shêti dêi iéz, dêi note."
26 fevereiro 2025
O homem no parque / Crônica Mente
( 060213)
25 fevereiro 2025
Charles Chaplin/ O homem no parque/ Dentes: quatro ilustrações de Setúbal
11 dezembro 2024
27 novembro 2024
19 novembro 2024
TIÜ TRUMP
Trump é um Tiü França que cobre a careca com peruca louro-cenoura e que, em vez de fogos de artificio, tem ao seu dispor um variado e pesado arsenal bélico nuclear.



































