Mister se faz dizer que naquela libertária década de 70 o hoje predominantemente noturno carnaval de rua da Bahia tinha seu início ainda pelas manhãs, sempre ensolaradas, e o melhor da festa se concentrava na Praça Castro Alves com o sol rompendo ao meio-dia, como diz o caetanístico frevo Atrás do Trio Elétrico. Ali se misturavam gentes famosas e os anônimos, vendedores, foliões, héteros, gays, brancos, negros, mulatos e gringos, sob sol ou sob chuva, suor, cerveja e muita Maria Joana sob o olhar cúmplice do condoreiro Poeta da Abolição ali esculturado e era ali, da mão do poeta que o sol se levantava e a lua se deitava na côncava praça. Esse carnaval baiano e essa Praça Castro Alves fizeram por onde merecer e foram eternizados, celebrizados, perpetuados em uma emblemática canção de Caetano Veloso em que, parafraseando o grande vate abolicionista, o mano de Beta Beta Bethânia retratou os costumes populares da época dizendo que "a praça é do povo como o céu é do avião". Ouvi e achando pertinente o dito, tratei de descolar espaço cativo na renomada ágora.
12 fevereiro 2026
Apaches do Tororó, Buck Jones e todos blocos de índios do carnaval da Bahia
Mister se faz dizer que naquela libertária década de 70 o hoje predominantemente noturno carnaval de rua da Bahia tinha seu início ainda pelas manhãs, sempre ensolaradas, e o melhor da festa se concentrava na Praça Castro Alves com o sol rompendo ao meio-dia, como diz o caetanístico frevo Atrás do Trio Elétrico. Ali se misturavam gentes famosas e os anônimos, vendedores, foliões, héteros, gays, brancos, negros, mulatos e gringos, sob sol ou sob chuva, suor, cerveja e muita Maria Joana sob o olhar cúmplice do condoreiro Poeta da Abolição ali esculturado e era ali, da mão do poeta que o sol se levantava e a lua se deitava na côncava praça. Esse carnaval baiano e essa Praça Castro Alves fizeram por onde merecer e foram eternizados, celebrizados, perpetuados em uma emblemática canção de Caetano Veloso em que, parafraseando o grande vate abolicionista, o mano de Beta Beta Bethânia retratou os costumes populares da época dizendo que "a praça é do povo como o céu é do avião". Ouvi e achando pertinente o dito, tratei de descolar espaço cativo na renomada ágora.
23 janeiro 2026
30 dezembro 2025
Brazil-zil-zil: "De onde saiu tanto fidumaput(*)?!?!?!" .
Uma das mais antológicas e memoráveis postagens das redes sociais é essa bem aí abaixo que traduz de forma simples e direta o momento em que os mais execráveis extremistas bozolóides saíram das sombrias catacumbas em que se ocultavam. Nesse tempo não se sentiam seguros, evitavam dar bandeira, viviam ocultos, camuflados, até o momento que uma sensação de segurança total deles se apossou ao constatarem que agora tinham um líder que os representava. Então eles afloraram com estrondoso alarde ao mundo dos seres civilizados, equilibrados. Confiscaram para si as cores pátrias e, trajando camisa da CBF, invadiram as ruas em manadas berrando serem eles formidáveis patriotas, quando em verdade sempre fizeram de tudo para destruir quaisquer traços de progresso, realizações, empatia e humanismo desse Brasil varonil, transformando a maior democracia de toda a América Latina em nova sangrenta ditadura comandada por um traste abjeto, de conduta nazifascista, retrógrado, misógino, homofóbico, xenofóbico, aporofóbico, racista, entreguista, lesa-pátria com esgares constantes e permanente riso alvar. O autor da definitiva frase aqui reproduzida, postada no X em 9 de julho de 2019, é um jornalista chamado Fabio Pannunzio. Mais que um questionamento, a dita frase é uma afirmação que encerra indignada surpresa ao constatar o incalculável número dos mais asquerosos dejetos humanos que deixaram seus mais fétidos esgotos na era bozolóide, ganharam incompreensível protagonismo com direito a câmeras, microfones, perfis de redes, podcasts, horários ditos nobres. Como qualquer praga se propagaram rápido e hoje, com jeitão de que vieram para ficar, ocupam ambientes comerciais, domésticos, escolares, eclesiásticos, trioeletrizantes carnavais e o escambau, até mesmo consultórios de psiquiatria e psicologia (não como pacientes, mas como profissionais que indicam ortodoxias religiosas como solução terapêuticas, acreditem). São hordas inteiras que insistem em atormentar nossos demócráticos e solares dias. 26 dezembro 2025
As sandálias havaianas na vida de João Ubaldo Ribeiro
20 novembro 2025
Marcos Mion, pai de um filho com TEA, cala-se contra atrocidade de direitistas contra autistas.
10 novembro 2025
Nana Caymmi entoando canção de Lô Borges, Milton Bituca e Márcio Borges com destemor e consciência.
No ano de 1979 Nana Caymmi pediu a Márcio Borges que fizesse uma letra para a melodia de Clube da Esquina n°2 que, até então, era uma música só instrumental. Depois de consultar os autores da melodia - seu irmão Lô Borges e Milton Nascimento - Márcio escreveu os célebres versos dessa canção e entregou para a filha de Seu Dorival e de Dona Stella Maris. A cantora recebeu a letra, leu, adorou e a gravou de boas. Nana foi casada com Gilberto Gil, na companhia do qual estava quando vista e fotografada em passeata pelas liberdades democráticas suprimidas por uma ditadura militar de extrema direita que sempre teve ódio figadal às Artes e aos artistas, no atacado e no varejo. Por certo se sobre ela se desencadeasse a violenta repressão costumeira, no meio de tantos gases lacrimogênios a moça Caymmi ficaria calma, calma, calma, calma. Tempos depois, sabe-se lá o porquê, essa irmã de Dori e Danilo, artista talentosa, de aclamados dotes canoros, descambaria para uma lamentável adesão ao que há de mais abjeto política e socialmente no Brasil, a mais olaviana extrema direita que nutre carradas de ódio mortal pela classe artística, classe que ela, seus irmãos, sua mãe, Stella Maris e seu pai, o lendário Dorival Caymmi, sempre integraram com amor, dedicação e elevada competência. Felizmente para a história da música brasileira, nos anos 70s Nana pensava diferente e teve a suprema sabedoria de nos brindar a todos com uma maravilhosa gravação de Clube da Esquina n°2 interpretando divinamente e registrando para a posteridade essa emblemática canção que nos ensina a não temer ímpios tiranos, asquerosos e crudelíssimos ditadores e suas desumanas repressões, um verdadeiro hino libertário. Grato, Nana.
22 outubro 2025
Um texto lúcido, exato, que mostra como o lesa-pátria Moro sabotou o Brasil e escancarou as portas para o extremismo de direita.
Economicamente, o estrago foi devastador. As maiores empresas nacionais foram arrasadas, o parque industrial desmontado, milhões de empregos perdidos. Em nome da “limpeza”, liquidou-se o que o Brasil tinha de mais estratégico: a engenharia pesada, a Petrobras, o sonho de autonomia energética. A operação que dizia purificar o país o entregou de bandeja ao capital estrangeiro.
Politicamente, a Lava Jato foi o laboratório da extrema direita. Alimentou o antipetismo como religião e a antipolítica como moral pública. Substituiu o debate por linchamento, o voto por sentença, a política por ressentimento. O ódio virou método, e o juiz de Curitiba — com o beneplácito da mídia — transformou-se no herói de uma classe média que confundiu destruição com justiça e parece nao ter entendido nada do que isto representou.
O resultado foi a corrosão das instituições e o desmonte do pacto civilizatório. A Justiça tornou-se instrumento de guerra; o Ministério Público, partido político; a imprensa, arma ideológica. O moralismo converteu-se em anestesia para o avanço neoliberal e a repressão social. O Brasil, hipnotizado pelo discurso da pureza, cavou a própria ruína.
E, como se não bastasse, o país ainda premiou o algoz. Um dos maiores vacilos da história jurídica e política brasileira foi o alívio concedido a Sérgio Moro — o homem que sabotou a democracia, interferiu em eleições e destruiu a confiança na Justiça. Ele jamais poderia ter sido candidato, jamais poderia ocupar cargo público. Sérgio Moro deveria estar fora da vida pública e preso. Porque é, objetivamente, um criminoso.
Há um lavajatismo redivivo no sistema jurídico brasileiro, espalhado como mofo nas paredes do poder. A operação foi formalmente enterrada, mas sua teologia moral segue viva. Na mais alta corte, Luiz Fux reocupa o púlpito da cruzada judicial, enquanto no Ministério Público Federal o espírito de Curitiba renasce com novos apóstolos. O procurador-geral Paulo Gonet abriga em torno de si o mesmo núcleo ideológico que deu sustentação à farsa original — e ali, à sombra do cargo, atua Januário Paludo, o mentor intelectual de Moro, o “guru” que moldou o lavajatismo como se fosse doutrina de fé.
Esse vírus institucional também contaminou a Polícia Federal, onde segmentos inteiros ainda operam segundo o manual do espetáculo e da perseguição seletiva. É o velho moralismo punitivista, agora travestido de técnica, infiltrado em inquéritos e vazamentos calculados. O Estado brasileiro continua refém de corporações que confundem poder com virtude e impunidade com justiça. E enquanto essa casta se protege, o país permanece ferido. Sérgio Moro é o símbolo máximo dessa degradação — e o fato de ele estar livre, eleito e com foro é uma afronta à decência. Ele deveria estar fora da vida pública e preso. Porque é, sem disfarces, um criminoso."
Texto de Ricardo Queiroz
17 outubro 2025
Ed Little Banana não sabe como aniquilar um velho Vampiro.
ED LITTLE BANANA É TÃO PARVO
QUANTO SEU CONDENADO PAI. O FILHO 04, DEU DE AMEAÇAR MICHEL TEMER COM
SANÇÕES TRUMPISTAS QUANDO TODOS
SABEM QUE SÓ É POSSÍVEL ACABAR
COM TEMER PENETRANDO EM SUA
TUMBA E FINCANDO UMA ESTACA
EM SEU PEITO.
23 setembro 2025
Como Ed Little Banana deve agir com Michel Temer
ED LITTLE BANANA É TÃO APEDEUTA QUANTO SEU PAI. ESTÁ AMEAÇANDO TEMER COM SANÇÕES TRUMPISTAS QIANDO TODOS SABEM QUE A ÚNICA FORMA DE ACABAR COM TEMER É PENETRAR EM SUA TUMBA E FINCAR UMA ESTACA EM SEU PEITO.
17 agosto 2025
Bozonazi e sua Pistoleira ítalo-espanhola, uma dupla de doentes à beira da morte destruindo um país de dimensões continentais.
20 maio 2025
Pra não dizer que não falei de bebê reborn
24 abril 2025
10 abril 2025
Contra corrupção e golpismos, Glauber Braga é imprescindível.
GLAUBER FICA!!
GLAUBER FICA!!
GLAUBER FICA!!
GLAUBER FICA!!
GLAUBER FICA!!
GLAUBER FICA!!
GLAUBER FICA!!
GLAUBER FICA!!
GLAUBER FICA!!
09 abril 2025
Manifestação bozonarista pró-golpe juntou um padreco, um pastoreco e um pai de santeco.
Quem fala que já viu de tudo nesse Brasil varonil erra feio. Em que outro lugar do mundo alguém já testemunhou, como nós outros, uma manifestação de escopo extremista de direita a bordo de um trio elétrico, travestida de simpática confraternização democrático-ecumênica entre um oportunista PADRE DE ARRAIÁ JUNINO, um grande PASTOR BOCA SUJA EXTREMISTA DE DIREITA e um venal PAI DE SANTO FASCISTÓIDE?
O Cenourão ianque e o supertarifaço contra a China de Xi Jinping
Big Carrot agora diz que a China será taxada em 125% e que com sua benevolência aliviará para os mais miseráveis com uma módica taxação de 10%. Aliás as Redes Bozonarianas espalham que o Brazil será obrigado a pagar só os 10% graças à interferência de Ed Little Banana, nova eminência parda da White House após treta Trump x Elon Muche.
08 abril 2025
BOZONAZI INGLIXI CÔRSE
"Ái donte estrupe iú bicóze iú donte meresseichã!". "I uil guive a golpi in the fêrst oportuniti!". "Letes gou fuzilar the pitralhada." "Quil tuênte touzânde pipôus including Efe Agá Ci!". "Fór resolveichã ze poluêichã iz enófe iú shêti dêi iéz, dêi note."
26 fevereiro 2025
O homem no parque / Crônica Mente
( 060213)































