Música, música! Basta dos bombardeios de horrores de Trump, de Bozonazi et caterva que a desinformante Rede Globo, da trilionaríssima Famiglia Marinho nos empurra goela abaixo como dulcíssimas verdades e pós-verdades. Só música, ah, qualquer música! Ontem, hoje, agora, ainda e sempre. Gravada ou ao vivo, via rádio, seja AM ou FM, em CD original ou pirata, no MP3, no vinil, no computador, na trilha sonora de filmes, de novelas, de minisséries televisivas, de peças teatrais, no coreto da praça, na viola de um cego cantador, no repente surpreendente do repentista eminente, na tuba, na conga, conga, conga, no contrabaixo, no alto falante do circo mambembe, na flauta doce ou salgada, na gaita de quem não tem gaita, no saxofone, no violino de som fino, na rabeca da Rebeca, no oboé ou não é, no bandonione, no realejo, no fagote, no violão, na guitarra, no contrabaixo, na harmônica, no órgão da igreja, nos atabaques dos terreiros de candombé, na chaleira do Hermeto, no prato da Edith, na caixinha de fósforos do Cyro Monteiro, no pente sem um dente, no cavaquinho, no bandolim, no banjo do arcanjo, na lira do delírio, no fole prateado só de baixo 120 botão preto bem juntinho como nego empareado, no triângulo, na zabumba, nos oito baixos de Januário, nos pífanos, no pandeiro, no reco-reco, bolão e azeitona, na cuíca, na tumbadora, no piano de cauda, no berimbau, plugged ou unplugged, na guitarra havaiana, na guitarra portuguesa, na guitarra baiana. Música, música, música, música! Chico, Caetano, Milton, Tom, João Gilberto, Baden, Gil, Bosco, Aldir, Macalé, Moraes, Baleiro, Ary, Pixinguinha, Gal, Elis, Carmen, Dolores, Maysa, Marisa Monte, Daúde, Gal, Bethânia, Tomzé, Titãs, Mutantes com Rita Lee, Rita Lee sem os Mutantes, Cássia, Calcanhotto, Marina, Clementina, Maysa, Astrud, Raul, Chico Science, Mestre Ambrósio, Siba, Waltinho Queiroz, Bonfá, Arnaldo Antunes, Jorge Benjor, Chorão, Cartola, Nelson - o Gonçalves e o Cavaquinho - Gonzagão, Mozart, Sivuca, Hermeto, Dominguinhos, Jackson, Genival, Manezinho, Gordurinha, Ludugero, Aznavour, Armstrong, Gardel, Modugno, Henri Salvador, Salif, Cesária, Amália, Carminho, Dulce Pontes, Luz Casal, Sapoti, Piaff, Callas, Gordurinha, Manezinho Araújo, Riachão, Batatinha, Walmir Lima, Chico César, La Lupe, Chavela Vargas, Chabuca Granda, Celia Cruz, Nina Simone, Bola de Nieve, Piazzola, Agustin Lara, Lennon e McCartney, Roberto e Erasmo. Música, música. Samba, rock, baião, xaxado, xote e xoxote, maxixe e jiló, chorinho, dobrado, mazurca, jazz, tango, fado, valsa, frevo, axémiuzique, balancê, pasodoble, coco, maracatu, corta-jaca, tarantela, samba-de-véio, samba-duro, samba de roda, samba-reggae, samba-rock, samba de breque, samba de black, blues, funk, bossa-nova, chá-chá-chá de la secretária, salsa, mambo, calipso, merengue, cumbia, reggae, bolero-lero-lero-lero, begin the beguine. Só música, música, música, música! Até mesmo feita plasticamente, com o som fluindo de pincéis deslizando sobre uma tela carregados com tinta acrílica, como nesta pintura acima que fiz con mucho gusto e que resolvi usar como ilustração para esta postagem. Música, música. Excetuando-se a unanimemente indesejada marcha fúnebre, qualquer música, ah, qualquer, logo que me tire da alma esta incerteza que quer qualquer impossível calma! (111019)
11 março 2026
Qualquer música, ah, qualquer, logo que me tire da alma Trump, Bozo e a Famiglia Marinho.
10 março 2026
Trump, o Irã, Israel, a Palestina e Tiú França.
Alguém aí na plateia deste blog sabe dizer quem foi um cara chamado Tiú França que, segundo a PF apurou, no ano de 2024 engendrou e executou sozinho, de posse de alguns explosivos e uns meros fogos de artifício, o que seria um atentado político que resultou em uma vítima fatal na Praça dos Três Poderes, em Brasília? A motivação para o insólito atentado é algo sem resolução vez que o único que poderia decifrar tal enigma seria o enigmático Tiú França, não fora justamente ele a supracitada e desditada única vítima fatal nesse mencionado ato extremista de obscuras razões, motivações, estratégias. Eis que no Oriente Médio o presidente dos EUA, Donald Trump, com sua habitual arrogância, pôs fogo ao estopim que pode levar o mundo à III Guerra Mundial - provavelmente a definitiva - já que pode redundar no extermínio dos povos, das nações, de todo este planeta Terra, inclusive de uma visgueira na Baixa da Égua que este escriba sói frequentar com o precípuo escopo de sorver umas capitosas canjibrinas, uns milomes e umas erva pôdi as quais me livram das minhas tensões cotidianas que em muito se ampliaram nesses tempos de extremismos bozonarísticos. É fato notório que Trump bombardeou o Irã e assassinou o Aiatolá Ali Khamenei, líder supremo iraniano, e achou que isso bastaria para que o Irã se rendesse sem revides, como quando invadiu a Venezuela pra tomar na mão grande o petróleo do povo venezuelano. Só que o Irã não é a Venezuela e Trump, embora tenha intimidador poderio militar, não é o grande estrategista que julga ser. Ainda é precoce falar, mas pra dizer a verdade, no caso em pauta, o pretenso estrategista Trump mais parece o pretenso estrategista Tiú França. Como gritante diferença, Trump tem um arsenal nuclear, coisa que Tiú França não tinha. Além do que Tiú era calvo e não escondia do mundo sua calvície, enquanto Trump, irresignável com sua alopecia, insiste em ostentar sobre sua beligerante cabeçorra uma reluzente peruca em tons fulvos que a brisa dos Istêites beija e balança. Fora esses insignificantes detalhes, Trump e Tiú França são irmãos gêmeos.
08 março 2026
Eu quero ser uma locomotiva para atropelar você.
Domenico de Masi sobre a atroz aniquilação da inteligência coletiva brasileira.
*“Esta ditadura reduz a inteligência coletiva do Brasil. Durante esta pandemia, Bolsonaro se comportou como uma criança, de um jeito maluco. Ou seja, o ditador conseguiu impor um comportamento idiota em um país muito inteligente. Porque é isso que fazem as ditaduras.*
*Este me parece um fato tão óbvio que às vezes nos passa despercebido. Quando o país é comandado por pessoas tão tacanhas, a tendência é o rebaixamento geral do nível cognitivo da sua população.*
*É fácil entender por quê. Sob Bolsonaro, Damares, Araújo, Pazuello, Salles, Guedes & Cia, vemo-nos obrigados a retomar debates passados, alguns situados na Idade Média, ou no século 19, como se fossem novidades.*
*Terraplanismo, resistência à vacinação e a medidas básicas de segurança sanitária, pautas morais entendidas como questões de Estado, descaso com o meio ambiente, tudo isso remete a um passado que considerávamos longínquo.*
*Quando entramos nesse tipo de debate entre nós, ou com as “autoridades”, é como se voltássemos da pós-graduação às primeiras letras do curso elementar. Somos forçados a recapitular consensos estabelecidos há décadas, como se nada tivéssemos aprendido.*
*É como forçar cientistas a provar de novo a esfericidade da Terra ou a demonstrar eficácia da vacinação. Ou defender, outra vez, a necessária separação entre Igreja e Estado, mais de 230 anos depois da Revolução Francesa.*
*É muita regressão e ela nos atinge. De repente, nos surpreendemos discutindo o óbvio, gastando tempo com temas batidos e desperdiçando energia arrombando portas abertas séculos atrás na história da humanidade.*
*À parte a necessária luta política para nos livrarmos o quanto antes dessa gente, entendo que existe uma luta particular e que depende de cada um de nós: a luta para não emburrecer.*
*Manter a lucidez e a inteligência através da leitura de bons autores e da escrita. Manter viva a sensibilidade pela conversa com pessoas normais e pela boa música. Assistir a bons filmes para contrabalançar a barbárie proposta pela vida diária e pelas redes sociais.*
*Enfim, mantermo-nos íntegros e fortes para a reconstrução futura do país. Não podemos ser como eles. Não devemos imitá-los em sua violência cega. Não podemos nos deixar contaminar por sua estupidez. Eles passarão. E estaremos aqui, para recomeçar.*
*Provavelmente, o que leva a esse rebaixamento é o ódio e o ressentimento por levar as pessoas a se sentirem, no fundo, perdedoras (é o caso de todos os bolsonaristas que conheci mais de perto) e ter de encontrar bodes expiatórios para culpá-los. A cultura competitiva, que estabelece, com critérios perniciosos, o que é ter sucesso, faz com que quem entra nesse jogo perverso, sinta-se, no final das contas, sempre um perdedor.”*
051022
07 março 2026
A inexcedível influência política de Little Banana nos bastidores trumpísticos da White House

Um imperioso aviso aos habitantes dessa auriverde Nação: Dudu Bananinha não aceita mais ser chamado dessa forma no Brasil. Cansado de aguardar do governo ianque sua ardentemente desejada cidadania estadunidense, o prófugo membro da familícia se autoconcedeu-se a si mesmo essa sua cobiçada cidania com direito a green-yellow card. Destarte, já considerando-se um genuíno cidadão dos EUA, Dudu agora exige ser chamado de Ed Little Banana ou, simply, Little Banana. Também conhecido em nosas plagas como Cabeça de Mounjaro, esse entreguista e lesa-pátria ganhou amplos espaços na imprensa corporativa e nas redes sociais vociferando graves ameaças de atormentar com sanções trumpistas a economia e os destinos desse país varonil, também aventando que nós aqui estamos no lucro pois "Trump ainda não jogou uma bomba nuclear no Brasil". Deixou claro que só leva em conta seus elevados interesses extremistas, sem se importar que bombas nucleares não são programadas para seletivamente matar apenas progressistas, o que significaria exterminar milhares de seus próprios apoiadores bozonaristas, os chamados patriotários, que o potroarca da familícia já chamou publicamente de malucos. Ao lado de seu cúmplice, neto de falecido ditador amante de olorosos equinos, Little Banana vive bradando aos quatro ventos e aos sete mares que tem enorme influência política nos Istêites, que conta com a proteção, o apoio e a amizade pessoal de Donald Trump e que por isso desfruta de irrestrito trânsito pelos corredores da White House. A título de provas incontroversas dessas suas grandiloquente afirmações, Little Banana publicou dezenas de fotos como esta acima, dele com seu partner. A bem da verdade, qualquer vivente que tenha mais de dois neurônios não há de engolir essas pretensas provas irrefutáveis que seriam as fotografias publicadas em redes e imprensa corporativa, vez que elas não os mostram transitando altivamente pelo interior da referida White House, aquela cujos corredores o Mr. PokaPika alega frequentar com privilegiada pompa e circunstância. Apenas os mostram do lado de fora dos portões whitehouzísticos, no mesmo ponto da calçada em que se aglomeram todos os visitantes anônimos, sendo ali que ambos posaram para a posteridade exibindo uma insuperável donkey moral (moral de jegue).
04 março 2026
Ed LittleBanana, a calçada da White House e seus segredos revelados
28 fevereiro 2026
"De onde saiu tanto feladumaput(*)?!?!?!" .
Nana Caymmi, a canção de Lô Borges, Milton Bituca e Márcio Borges, a ditadura militar
24 fevereiro 2026
Cau Gomez, mineirim e baianim / Pintando o Set 8
(260511)
22 fevereiro 2026
Mulher de Peixes no Horóscopo de Vinicius de Moraes
(211013)
21 fevereiro 2026
Pra não dizer que não falei de bebê reborn
12 fevereiro 2026
Apaches do Tororó, Buck Jones e todos blocos de índios do carnaval da Bahia
Mister se faz dizer que naquela libertária década de 70 o hoje predominantemente noturno carnaval de rua da Bahia tinha seu início ainda pelas manhãs no mais das vezes ensolaradas, e o melhor da festa se concentrava na Praça Castro Alves com o sol rompendo ao meio-dia, como diz o caetanístico frevo Atrás do Trio Elétrico. Ali se misturavam gentes famosas e os anônimos, vendedores, foliões, héteros, gays, brancos, negros, mulatos e gringos, sob sol ou sob chuva, suor, cerveja e muita Maria Joana sob o olhar cúmplice do condoreiro Poeta da Abolição ali esculturado e era bem dali, da mão do poeta, que o sol se levantava e a lua se deitava na côncava praça. Esse carnaval baiano e essa Praça Castro Alves fizeram por onde merecer e foram eternizados, celebrizados, perpetuados em emblemática canção de Caetano Veloso em que, parafraseando o grande vate abolicionista, o mano de Beta Beta Bethânia retratou os costumes populares da época dizendo que "a praça é do povo como o céu é do avião". Ouvi e achando pertinente o dito, tratei de descolar espaço cativo na renomada ágora.
23 janeiro 2026
26 dezembro 2025
As sandálias havaianas na vida de João Ubaldo Ribeiro
20 novembro 2025
Pai de um filho com TEA, Marcos Mion cala-se contra atrocidade de direitistas contra autistas.
17 outubro 2025
Ed Little Banana não sabe como aniquilar um velho Vampiro.
O FUGITIVO LITTLE BANANA É TÃO PARVO QUANTO SEU CONDENADO PAI. POIS NÃO É QUE O CABEÇA DE MOUNJARO DEU DE AMEAÇAR MICHEL TEMER COM SANÇÕES TRUMPISTAS? NESSE NOSSO AURIVERDE TORRÃO, L.B. É O ÚNICO A IGNORAR O FATO DE QUE SÓ É POSSÍVEL ACABAR COM TEMER PENETRANDO EM SUA SECULAR TUMBA E FINCANDO-LHE UMA PONTIAGUDA ESTACA NO PEITO.
23 setembro 2025
Como Ed Little Banana deve agir com Michel Temer
O FILHO 03, QUE SEMPRE MOSTRA SER TÃO APEDEUTA E FANÁTICO PELO TORTURADOR CEL.ULSTRA QUANTO SEU BIBLIÓFOBO, SOLUÇANTE E VOMITANTE GENITOR, ANDA AGORA AMEAÇANDO MICHEL TEMER COM SANÇÕES TRUMPISTAS. ORA, ORA, TODOS SABEM QUE A ÚNICA FORMA DE ACABAR COM TEMER É PENETRAR SILENTEMENTE EM SUA SOMBRIA TUMBA E FINCAR-LHE UMA ESTACA NO PEITO.
17 agosto 2025
Bozonazi e sua Pistoleira ítalo-espanhola, uma dupla de doentes à beira da morte destruindo um país de dimensões continentais.
24 abril 2025
10 abril 2025
Contra corrupção e golpismos, Glauber Braga é imprescindível.
GLAUBER FICA!!
GLAUBER FICA!!
GLAUBER FICA!!
GLAUBER FICA!!
GLAUBER FICA!!
GLAUBER FICA!!
GLAUBER FICA!!
GLAUBER FICA!!
GLAUBER FICA!!
09 abril 2025
Manifestação bozonarista pró-golpe juntou um padreco, um pastoreco e um pai de santeco.
Quem fala que já viu de tudo nesse Brasil varonil erra feio. Em que outro lugar do mundo alguém já testemunhou, como nós outros, uma manifestação de escopo extremista de direita a bordo de um trio elétrico, travestida de simpática confraternização democrático-ecumênica entre um oportunista PADRE DE ARRAIÁ JUNINO, um grande PASTOR BOCA SUJA EXTREMISTA DE DIREITA e um venal PAI DE SANTO FASCISTÓIDE?
O Cenourão ianque e o supertarifaço contra a China de Xi Jinping
Big Carrot agora diz que a China será taxada em 125% e que com sua benevolência aliviará para os mais miseráveis com uma módica taxação de 10%. Aliás as Redes Bozonarianas espalham que o Brazil será obrigado a pagar só os 10% graças à interferência de Ed Little Banana, nova eminência parda da White House após treta Trump x Elon Muche.
08 abril 2025
BOZONAZI INGLIXI CÔRSE
"Ái donte estrupe iú bicóze iú donte meresseichã!". "I uil guive a golpi in the fêrst oportuniti!". "Letes gou fuzilar the pitralhada." "Quil tuênte touzânde pipôus including Efe Agá Ci!". "Fór resolveichã ze poluêichã iz enófe iú shêti dêi iéz, dêi note."
26 fevereiro 2025
O homem no parque / Crônica Mente
( 060213)































