
Um imperioso aviso aos habitantes dessa auriverde Nação: Dudu Bananinha não aceita mais ser chamado dessa forma no Brasil. Cansado de aguardar do governo ianque sua ardentemente desejada cidadania estadunidense, o prófugo membro da familícia se autoconcedeu-se a si mesmo essa sua cobiçada cidania com direito a green-yellow card. Destarte, já considerando-se um genuíno cidadão dos EUA, Dudu agora exige ser chamado de Ed Little Banana ou, simply, Little Banana. Também conhecido em nosas plagas como Cabeça de Mounjaro, esse desprezível quinta-coluna, entreguista e lesa-pátria ganhou amplos espaços na imprensa corporativa e nas redes sociais vociferando graves ameaças de atormentar com sanções trumpistas a economia e os destinos desse país varonil, também aventando que nós aqui estamos no lucro pois "Trump ainda não jogou uma bomba nuclear no Brasil". Deixou claro que só leva em conta seus elevados interesses extremistas, sem se importar que bombas nucleares não são programadas para seletivamente matar apenas progressistas, o que significaria exterminar milhares de seus próprios apoiadores bozonaristas, os chamados patriotários, que o potroarca da familícia já chamou publicamente de malucos. Ao lado de seu cúmplice, neto de falecido ditador amante de olorosos equinos, Little Banana vive bradando aos quatro ventos e aos sete mares que tem enorme influência política nos Istêites, que conta com a proteção, o apoio e a amizade pessoal de Donald Trump e que por isso desfruta de irrestrito trânsito pelos corredores da White House. Seu irmão Flavio Rachadona, acaba de publicar pelas redes uma foto que os mais sensatos e observadores juram não passar de IA, mostrando Rachadão ao lado do Big Carrot em uma imutável pose. Já Little Banana, a título de provas incontroversas dessas suas grandiloquente afirmações, publicou dezenas de fotos como esta acima, dele com seu partner, um fugitivo da Justiça brasileira. A bem da verdade, qualquer vivente que tenha mais de dois neurônios não há de engolir essas pretensas provas irrefutáveis que seriam as fotografias publicadas em redes e imprensa corporativa, vez que elas não mostram Banana e seu comparsa transitando altivamente pelo interior da referida White House, aquela cujos corredores o Mr. PokaPika alega frequentar com privilegiada pompa e circunstância. Apenas os mostram outside, ou seja, do lado de fora, bem fora, dos portões whitehouzísticos, no mesmo ponto da calçada em que se aglomeram grupos de turistas nipônicos e todos os visitantes anônimos, sendo ali que ambos posaram para a posteridade exibindo uma insuperável donkey moral (moral de jegue). (070326)
03 junho 2026
A inexcedível influência política de Little Banana junto a Trump e os bastidores da White House.
02 junho 2026
Amores Perros, de Alejandro Iñárritu. Revendo um Cinema feito por quem sabe fazer Cinema.
(061216)
31 maio 2026
Mulher de Gêmeos no Horóscopo de Vinicius de Moraes
(090515)
29 maio 2026
Trump, pedofilia, psicopatia e o definitivo fim da aventura humana na Terra, León Gieco, Mercedes Sosa.
Gravíssimo é esse momento que o mundo atravessa agora que o destino dos povos e o futuro de todas as etnias desse planeta em que habitamos encontra-se perigosamente em mãos de um pulha envolvido em pesados e tristes acontecimentos de pedofilia e crimes outros, insano, insensível, desprezível, sem o mínimo de empatia, fisicamente de corpo rotundo pelo qual se distribuem toneladas de maldade, xenofobia King Size, empáfia, soberba, arrogância, psicopatia e gangsterismo político e social, sem apresentar nenhum traço de humanismo, um biltre cheio da mais letal inconsequência. Por suas diabólicos e desvairados ações, centenas de mihares de inocentes já morreram, a exemplo das dezenas de meninas massacradas em uma escola feminina em Minab, Irã. Não espere você que a Rede Globo, da Famiglia Marinho, e toda a chamada mídia corporativa nos surpreendam e nos mostrem a verdade nua e crua, com imagens autênticas e vídeos que denunciem tal atrocidade. Eles são antigos aliados do Grande Irmão do Norte.
Mais que isso, são cúmplices que relativizam a gravidade dos trágicos fatos ocorridos. Sabemos como se comportariam caso fosse o Irã que tivesse bombardeardo uma escola dos EUA pulverizando com mísseis dezenas de loiras menininhas ianques. Ocorreria imediatamente uma histérica cobertura dessa mídia dita das elites, tudo seria convertido em uma grande onda de revolta e infindáveis indignações, cachoeiras de lágrimas e acusações contra o que seria uma imperdoável crueldade iraniana. Pela política do Make America Genocidal Again muitos e muitos ainda morrerão em vão nesse planeta até que ele chegue ao seu término definitivo. C'est fini! Kaput! E muito mais breve do que os pessimistas poderiam imaginar. Tudo porque Trump age como um daqueles vilões de fillmes B roliudianos ou daquelas HQs do Flash Gordon. É estarrecedora sua recente declaração de que havia bombardeado e destruído completamente as Ilhas Kharg, ínsula iraniana de 8000 habitantes considerada um ponto estratégico do Irã. Para tornar as coisas ainda mais chocantes, o Big Carrot disse que talvez voltasse a bombardear as Ilhas Kharg "só por diversão". Salta às nossas mentes a imagem do Imperador Nero tocando harpa e sorrindo de forma diabólica tendo ao fundo Roma ardendo em chamas num incêndio que ele próprio causou com sua psicopatia trumpniana. Então, bem a propósito, vai aqui essa canção de protesto do final dos combativos anos 70s, um conscientizador hino antiguerra mundialmente conhecido do músico argentino León Gieco, que ajuda a refletir e a nos posicionarmos contra esse belicismo catastrófico que nos ameaça a todos. Gracias a la vida, querida Mercedes Sosa e querido León Grieco. Gracias a todos seres sensatos, pacifistas e humanistas.
(010426)
26 maio 2026
A informática e seu impactante papel na vida de milhões de brasileiros, a inclusão, a exclusão.
25 maio 2026
Os argentinos, sexualmente falando / U Sexu nu mundo 4
(011210)
24 maio 2026
Lage, Nildão, Setúbal, Zé Vieira, Alexandre Dumas, cartuns.
22 maio 2026
Minha Pátria é minha língua. E de Fernando Pessoa, de Caetano, de Chico Buarque, de Pasquale, de Adoniran.

Moro longe, pra lá da Conchichina. Tenhor pavor de pastor alemão e de gripe espanhola. Tenho mania de comer pão francês com molho inglês . Nunca dirijo um Toyota, um Mitshubishi ou veículos da Asia Motors quando em mão inglesa. Democracia? Plebiscito? Tertius? Pra mim vocês estão falando grego. Loja de artigos de R$1,99: eis o verdadeiro negócio da China. Pra consertar guitarra baiana, uso chave inglesa. Tive um canário belga que cantava Brasileirinho. Você costuma comer americano? Eu prefiro traçar o bacalhau da bela portuguesa, quer dizer, um belo bacalhau à portuguesa. Empresas judias jamais adotam semana inglesa. Em Milão todo bife é à milanesa. Na Ásia toda febre é amarela. Na Rússia toda salada é russa. Na França todo beijo é francês. Na Turquia todo banho é turco. Aliás, nesse calorão, banho turco grátis é presente de grego. Só falsos amigos nos servem uísque paraguaio. Quem tem boca vai à Roma e come pizza alla napolitana. No Japão faça como os japoneses e nunca peça bife à cavalo, mesmo porque você pode acabar comendo basashi, que é um sashimi feito com carne de equino e aí sua indigestão pode ser cavalar. E, a propósito, estando em certas regiões da China jamais peça um cachorro-quente. Você pode ter uma surpresa pouco agradável quando lhe trouxerem o prato. Meu parco francês é só pra inglês ver e quando a coisa está ficando russa eu saio à francesa.
(040214)
18 maio 2026
Música pra se ouvir com olhos e ver com os ouvidos.
17 maio 2026
Caetano Veloso, Wladimir Maiakóvski, Fernando Pessoa, Plutarco. Pequenos equívocos sobre grandes poetas.
14 maio 2026
Mulher de Touro no Horóscopo de Vinicius de Moraes
(090515)
12 maio 2026
A procissão da Boa Morte, andores e amores.
11 maio 2026
09 maio 2026
Béu Machado, Caetano Veloso, Goethe
***** O açougueiro cortou a parte que eu mais precisava: meu crédito.
***** "Saúde de ferro!", disse o médico, desenganando o hipocondríaco.
*****De lascar é quando a bola bate no pau sem chocar na trave.
***** De nada adiantou eles ordenarem que eu me calasse. Heroicamente continuei gritando "Ai!"
***** Desisti de desafiar o Mike Tyson. Os motivos são de força menor.
***** Desta vez vai correr sangue: aumentaram os preços dos absorventes!
***** Ler Proust é uma perda de tempo.
Ah, que grande, que imensurável falta nos faz Béu Machado.! (291114)
07 maio 2026
A exterminadora pandemia de Covid da era Monstronaro e os mais improváveis Adão e Eva para repovoar o Brasil e o Mundo.
Paulo Coelho: depois do duro Caminho de Santiago, finalmente La vie en rose

(270813)
02 maio 2026
Leonardo Da Vinci non era boneconne, era espadonne!
(290813)
29 abril 2026
A dita Guerra de Canudos em versos do escritor Édio Souza, com desenhos de Setúbal

Eu já havia ilustrado crônicas que o escritor Édio Souza enviava de Santo Amaro da Purificação para o jornal A Tarde. Um dia, por telefone, ele me convidou para ilustrar um livro seu, escrito com versos à maneira da instigante, bela e tão brasileira linguagem dos livros de cordéis. Topei. Com uma ajuda do Núcleo de Incentivo Cultural de Santo Amaro fizemos um opúsculo que é, sim, pequeno em tamanho, mas que no final resultou em um belo livro que considero merecedor de uma nova edição feita por alguém que enxergue na obra o real valor que tem. Uma edição nova, bem feita, em um tamanho maior, em bom papel, impressão e revisão à altura da obra, pois a narração em inspirados versos escritos por Édio Souza faz por merecer ser lida por um público mais amplo, sendo esta narrativa de Édio uma preciosidade, lançando um olhar próprio e novo de um homem inteirado sobre uma temática já tão amplamente debatida mas que jamais se esgota, um olhar que é amplo, aguçado e embasado sobre esta dita guerra, que guerra nunca foi pois só havia um único exército na refrega, uma dolorosa ferida que carregamos na alma através de sucessivas décadas e que parece não querer cicatrizar, uma mais que delicada e inquietante página da História do nosso país de tantas e tantas páginas inquietantes que se repetem contra a vontade dos que querem uma pátria mais humana, mais justa.
28 abril 2026
James Joyce, quem diria, também morou na Bahia.

James Joyce, apesar de ter nascido na fria Irlanda, ficou conhecido mundialmente por haver escrito Ulysses, biografia do brasileiríssimo deputado Ulysses Diretas Já Guimarães, democrático político deste assaz ensolarado país tropical abençoado por Zeus, boni por naturê e tão amado por todos nosotros, quase sempre follados e mal pagos. Enquanto escrevia sua obra-prima, Joyce fixou residência no Brasil, mais exatamente em Salvador, na Bahia, escolhendo o bairro do Bonfim, cuja famosa colina de forma significativa lembrava a ele a topografia irlandesa. De família abastada e fervorosamente católica, o escritor sentia falta das tradições de sua terra natal, notadamente a popular lavagem das escadarias de Dublin. Para suprir tal falta, amealhou um batalhão de baianas devidamente paramentadas de brancas vestes, colares e indefectíveis balangandãs e, estando todas munidas de vassouras e quartinhas com água, com elas lavou as escadas da igreja de seu bairro soteropolitano. Os baianos, sempre hedonistas e chegados numa boa muvuca, gostaram do que viram e se juntaram incontinenti à patuscada com seus instrumentos musicais. Pronto. A lavagem das escadas de Dublin davam destarte origem à hoje tradicionalíssima Lavagem das Escadarias do Bonfim, festa que nestes tempos hodiernos arrasta multidões de fiéis e infiéis do mundo inteiro para esta afrocity Soterópolis, que a todos acolhe na sagrada colina incrustada nesta afro-terra de dendês e morenas frajolas e gentes bonitas de todas as etnias, chamada Bahia. Thanks, thanks so much, Jojó!
(101013)
Raul Seixas, do Oiapoque à PQP.
Mesmo com todos os terríveis obstáculos jabaculísticos dos dias atuais, as rádios acabam tendo de atender aos veementes pedidos, pois a pressão popular é imensa, irrefreável. Quanto a mim, não preciso que em coro gritem: ''Pinta Raul!'' Na maior velô, vou logo me munindo de pincéis, tintas, lápis, pastel seco, pastel a óleo, carvão, sanguínea, papéis de gramaturas diversas, telas, Photoshop e...zás!, vou mandando ver em honra do nosso sempre amado, adorado e assaz idolatrado maluco beleza. É Raul Seixas na veia, nos ouvidos, nas retinas e na mente.Tá rebocado, meu compadre! Titirrane, Raulzito, titirrante!
(01052015)
26 abril 2026
O maravilhoso Percy Lau, o Brasil, o Peru, o IBGE
24 abril 2026
Madonna è mobile ou Do que uma mulher perdidamente apaixonada é capaz, my God!
(310413)
20 abril 2026
Quem precisa de Pasquale, Sacconi ou Sérgio Nogueira para falar o Português de forma irretocável?

Não sou nenhum mulato inzoneiro mas sou pleno de malemolência. Sou um cara do balacobaco, cheio de borogodó e de ziriguidum. Sou vacinado contra tudo que é ziquizira. Nunca fui de encarar nenhuma tribufu e comigo não tem ingresia nem forrobodó. Na hora do bafafá faço a maior quizumba, não sou de dar piriri, nem piripaque e muito menos caruara. Comigo, distinto, não tem trelelê nem trololó. Chego enfiando sapecaiaiá, distribuindo catiripapo e o fuzuê vira um quiproquó de fazer gosto e tudo acaba no maior bundalelê.
(040214)
19 abril 2026
Roberto Calos, o Rei. Sua vida dupla, suas manias excêntricas, e a Vetusta Jovem Guarda
(190514)
11 abril 2026
As Histórias em Quadrinhos, o diabo contra o Brasil
Tempos houve em que as Histórias em Quadrinhos aqui neste Patropi eram consideradas coisas do demo, do canhoto ou seja lá que nome dêem ao anjo dissidente das hordes celestiais. Você, amável e atilado leitor, que no conforto do seu sacrossanto lar gosta de ler bem editados álbuns de luxo de HQ que hoje circulam em toda parte com pompa e circustância, ficará um tanto cético diante de tal afirmação, mas ela é a pura expressão da verdade, por mais absurda que lhe possa parecer. Em meados de 1930 o empresário Adolfo Aizen, através do Suplemento Juvenil, lançou as HQs aqui no Brasil. Quer dizer, esta é a versão corrente, embora haja os que afirmem que antes dele já havia pubicações pioneiras de quadrinhos por aqui. O fato é que Aizen lançou com grande repercussão, em larga escala, de maneira maciça e por isso é considerado o grande marco dos quadrinhos no Brasil. Entre os leitores e os quadrinhos houve uma paixão instantânea e fulminante que se fortaleceu à medida em que o tempo foi passando. Não percamos de vista que nesse nosso país varonil de céu de anil somos forçados a conviver com um magote de gentes de mentalidade retrógrada, reacionários, autoritários e violentos que têm em comum o repugnante hábito de tentar impor aos demais a sua forma distorcida de enxergar o mundo por seus critérios malévolos como o que enxergava nas HQs a presença maligna do demo, o coisa ruim, o capiroto, o diabo. E não estamos falando do simpático personagem, o diabinho chamado Brasinha, o Hot Stuff, the Little Devil, que circulou no nosso patropi em gibis nos anos 60s e era aceito entre nós sem temores de despropositadas caça às bruxas, quando o número dos ditos cristãos fanatizados e iracundos ainda não parecia algo a ser temido, embora Brizola, que sempre teve uma aguçada visão da política, já fizesse alertas das catástrofes que a fé manipulada por charlatães inevitalmente traria ao Brasil. Hoje os mais atentos se dão conta das terríveis consequências que a fusão em curso das igrejas neopentecostais com a extrema nos ameaça a todos com sérias atrocidades. Premonitório Briza!























