29 junho 2026
28 junho 2026
Tabelinha. Entrando de bola e tudo, etc. Decifrando a linguagem do futebol.
5.Entrando com bola e tudo
7. Triangulação
Cruzamentos. Gol de bico, etc. Decifrando a linguagem do futebol.
1. Cruzamentos
Quando estão afinzonas de um jogador, as assaz determinadas Marias-Chuteiras costumam usar e abusar dos cruzamentos para que seu alvo - e não estou falando de tom de pele - perceba que está sendo convidado para adentrar o gramado lá delas, que por sinal está sempre em excelentes condições para a prática de um match de muito mais que 90 minutos, com direito a intermináveis prorrogações.27 junho 2026
Moro: como um juizeco semianalfabeto e lesa-pátria sabotou a democracia do Brasil e escancarou as portas para o extemismo de direita.
Texto de Ricardo Queiroz (050326)
25 junho 2026
Sábios primeiros parágrafos reciclados da literatura. Melville, Proust, LFV, Nabokov...
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Estevão, o narrador do paródico thriller, é um escritor de bagatelas policiais e de espionagem vendidas em bancas de jornal. Há outras referências melvilleanas na história, que me abstenho de abordar porque meu tema de hoje são, et pour cause, as grandes frases de abertura do romanceiro mundial. “Me chame de Ismael” é uma delas. Já a vi encimando inúmeras listas de preferidas da categoria, lúdica frivolidade intelectual em que uma palavra (“Nonada”, Grande Sertão: Veredas; “riverrun”, Finnegans Wake) tem o mesmo peso das 465 com que García Márquez abre o empolgante primeiro parágrafo de Cem Anos de Solidão. Se seguida de um ponto em vez de uma vírgula, “Lolita”, a primeira palavra do epônimo romance de Nabokov, compartilharia esse rol com “nonada” e “riverrun”. Mas seu destacado lugar no pódio é indisputável e eterno, em qualquer idioma. Na tradução de Jorio Dauster, ficou assim: “Lolita, luz de minha vida, labareda em minha carne. Minha alma, minha lama. Lo-li-ta: a ponta da língua descendo em três saltos pelo céu da boca para tropeçar de leve, no terceiro, contra os dentes. Lo. Li. Ta.” Nem sempre um inspirado introito precede um grande romance – e a recíproca é verdadeira. Como o de tantos outros clássicos da literatura (vide No Caminho de Swann, de Proust), o começo de A Montanha Mágica, por exemplo, com o “jovem singelo” Hans Castorp a viajar, “em pleno verão”, de Hamburgo a Davos-Platz, chega a ser prosaico. Tolstoi, aliás, só satisfez os dois quesitos em Anna Kariênina: “Todas as famílias felizes se parecem, cada família infeliz é infeliz à sua maneira”. Esta é uma das favoritas do leitorado mundial, disputando em citações com o horripilante despertar de Gregor Samsa em A Metamorfose (Kafka), “o melhor dos tempos e o pior dos tempos” de Um Conto de Duas Cidades (Dickens), e esta reflexão sobre o passado de L.P.Hartley na primeira linha de O Mensageiro (The Go-Between): “O passado é um país estrangeiro; lá as coisas são feitas de maneira diferente”. Se já comprei vários livros atraído pela capa, em outros mais de ficção já mergulhei estimulado por seus primeiros parágrafos, comumente espreitados de pé numa livraria. Tal foi o caso de O Mundo Segundo Garp, de John Irving. Bati os olhos no primeiro parágrafo (“A mãe de Garp, Jenny Fields, foi presa em Boston em 1942 por ferir um homem num cinema”), fechei o volume e, doido para conhecer aquela audaciosa mãe e sua história, fui direto ao caixa fechar minhas compras. Como qualquer escolha, a de melhores aberturas é tremendamente pessoal e não raro idiossincrática. Não creio me distanciar muito dos habituais escolhidos, e conheço pelo menos meia dúzia de pessoas que também se aproximaram da ficção de Carson McCullers pelo feitiço de seus títulos (O Coração é um Caçador Solitário, A Balada do Café Triste, Relógio Sem Ponteiro) e pelo lapidar prelúdio de Reflexos Num Olho Dourado: “Uma base militar em tempos de paz é um lugar enfadonho.”Enfadonho, mas não sem novidades e excitação o tempo todo, como sabem os que leram o livro ou apenas viram a decepcionante adaptação dirigida por John. (030223)
22 junho 2026
20 junho 2026
Brasil. De repente a gente cai em si e se pergunta: "De onde saiu tanto feladaput(*)?!?!?!" .
18 junho 2026
O Fundamentalismo neopentecostal, Israel,Teoria do Domínio: a periculosa mudança teológica que ameaça o Brasil e o mundo.
14 junho 2026
Trump e seu irmão gêmeo, o Irã, Israel, a Palestina, o mundo.
12 junho 2026
Um amor instável sujeito a chuvas e trovoadas que você não ia querer pra sua vida.
(111114)
11 junho 2026
Aviamentos e atavios do amor e uma estilista mui estilosa.
08 junho 2026
Futiból, a grande Paichãu Nassionau, Caetano Veloso, e tudu çerto nu Brazil .
A arte que modesta, insistente e mui temerariamente busco produzir divido entre o tentar escrever, o buscar desenhar e o pretender pintar. Quando enveredo pelo desenho faço cartuns, quadrinhos, ilustrações. Ao pintar, por vezes incorporo um pouco, só um pouquinho, do espírito critico que transita pelos cartuns como bem se pode entrever pela pintura que ilustra esta postagem construída com tons verde e amarelos almejando me valer do subliminar para dizer que nessa auriverde nação as coisas estão certas, muito certas, tão certas como dois e dois são cinco, como nos versos da formidável canção do formidável Caetano Veloso. Também busco inspiração no regional e no cotidiano urbano. Outra temática recorrente na pintura que faço é mesmo o chamado esporte bretão, o futebol, essa grande passione do povo nada bretão que habita este país afro-luso-indígena, malgrado alguns retumbantes fracassos da nossas mais recentes seleções canarinho, tanto em nossos estádios como em outras praças de esportes mundo afora. Os atuais boleiros que vestem a camisa amarelo-canário do dito escrete nacional, muitos vinculados às biliardárias multinacionais do esportes, estão mais para popstars que para atletas de induvidoso respeito. Como nunca é demais citar o iluminado Caetano, tais boleiros contemporâneos não são proveito, são pura fama. Todos, de forma mui conveniente, usurfruem do conceito extremamente positivo construido com méritos por gerações formadas por grandes jogadores que os precederam décadas atrás. Não nos esquecemos de que de 1958 a 1970, disputando quatro Copas do Mundo a seleção canarinho ganhou nada menos que três, deixando os torcedores de todo o planeta extasiados, siderados, apaixonados. Tempos mágicos de Garrincha, de Pelé e outros garbosos cracaços que em épocas outras vestiam a camisa do Brasil com raro talento e, sobretudo, com honra, fibra e genuíno orgulho pátrio. Bons tempos, bons tempos!230110
03 junho 2026
A inexcedível influência política de Little Banana junto a Trump e os bastidores da White House.

Um imperioso aviso aos habitantes dessa auriverde Nação: Dudu Bananinha não aceita mais ser chamado dessa forma no Brasil. Cansado de aguardar do governo ianque sua ardentemente desejada cidadania estadunidense, o prófugo membro da familícia se autoconcedeu-se a si mesmo essa sua cobiçada cidania com direito a green-yellow card. Destarte, já considerando-se um genuíno cidadão dos EUA, Dudu agora exige ser chamado de Ed Little Banana ou, simply, Little Banana. Também conhecido em nosas plagas como Cabeça de Mounjaro, esse desprezível quinta-coluna, entreguista e lesa-pátria ganhou amplos espaços na imprensa corporativa e nas redes sociais vociferando graves ameaças de atormentar com sanções trumpistas a economia e os destinos desse país varonil, também aventando que nós aqui estamos no lucro pois "Trump ainda não jogou uma bomba nuclear no Brasil". Deixou claro que só leva em conta seus elevados interesses extremistas, sem se importar que bombas nucleares não são programadas para seletivamente matar apenas progressistas, o que significaria exterminar milhares de seus próprios apoiadores bozonaristas, os chamados patriotários, que o potroarca da familícia já chamou publicamente de malucos. Ao lado de seu cúmplice, neto de falecido ditador amante de olorosos equinos, Little Banana vive bradando aos quatro ventos e aos sete mares que tem enorme influência política nos Istêites, que conta com a proteção, o apoio e a amizade pessoal de Donald Trump e que por isso desfruta de irrestrito trânsito pelos corredores da White House. Seu irmão Flavio Rachadona, acaba de publicar pelas redes uma foto que os mais sensatos e observadores juram não passar de IA, mostrando Rachadão ao lado do Big Carrot em uma imutável pose. Já Little Banana, a título de provas incontroversas dessas suas grandiloquente afirmações, publicou dezenas de fotos como esta acima, dele com seu partner, um fugitivo da Justiça brasileira. A bem da verdade, qualquer vivente que tenha mais de dois neurônios não há de engolir essas pretensas provas irrefutáveis que seriam as fotografias publicadas em redes e imprensa corporativa, vez que elas não mostram Banana e seu comparsa transitando altivamente pelo interior da referida White House, aquela cujos corredores o Mr. PokaPika alega frequentar com privilegiada pompa e circunstância. Apenas os mostram outside, ou seja, do lado de fora, bem fora, dos portões whitehouzísticos, no mesmo ponto da calçada em que se aglomeram grupos de turistas nipônicos e todos os visitantes anônimos, sendo ali que ambos posaram para a posteridade exibindo uma insuperável donkey moral (moral de jegue). (070326)
02 junho 2026
Amores Perros, de Alejandro Iñárritu. Revendo um Cinema feito por quem sabe fazer Cinema.
(061216)



















