21 dezembro 2015

Glauber, Getúlio Vargas e Lorca em caricatura de Setúbal

Glauber, esse Etna baiano, Getúlio Vargas, que tanto marcou a História do Brasil, e Lorca, versejador maduro, apesar de tanto querer verde. Esta caricatura com essas magníficas figuras mostrei em exposição no I FHUBÁ, Festival de Humor da Bahia.
( Publicado originalmente em 28/05/12 )

11 dezembro 2015

No Planeta Futebol

O futebol é uma temática presente na vida da maioria dos habitantes deste país continental. E eu não fico de fora. Sempre que possível revisito o tema com meus pincéis e tinta acrílica sobre tela. 
( Publicado originalmente em 13/04/10 )

Cantoras, músicos e músicas

Cantoras e músicos visitavam constantemente as telas do cinema em memoráveis filmes noir. E estão sempre visitando as telas que pinto com tinta acrílica como esta aí.
( Publicado originalmente em 13/04/10 )

03 dezembro 2015

André Costa Nunes emociona em seu livro que fala de indios, seringueiros e outros brasileiros

Niti, curumim em corpo de cunhã. Niti feliz, mergulhando nas águas de rios e igarapés, cuidando de seus xerimbabos e de seus filhos com igual carinho, amando na rede o seu bravo guerreiro em noites de luar. E rindo, rindo muito, como sempre riam os seus, porque amavam esse mundo verde que Tupã criou e deu a eles de presente com caça e pesca abundante. Um dia - há sempre um dia - chegaram estranhos invasores brancos que de árvores extraíam o látex. E chegaram tirando do povo de Niti o alimento, a liberdade, seus risos, as suas vidas. Foi inevitável: logo a cor clara do látex se tornou vermelho como sangue. Índios mataram brancos que buscavam expulsá-los de seus antigos territórios, do que sabiam ser deles, rios, caça, pesca, vida. Brancos mataram índios, a quem diziam inamistosos, hostis e cruéis assassinos. O silêncio da floresta foi quebrado pelo espocar de tiros, silvos de balas e pelo impacto das bordunas esmagando crânios. Os embates menores eram prenúncios de uma batalha de grandes dimensões, cruenta, talvez definitiva. Niti, curumim e cunhã, inerme, desnorteada, deslocada em meio a uma guerra desigual em que se dispara mortalmente contra cunhãs e curumins. Prevaleceu uma astuciosa e rústica tática militar em uma memorável batalha ou tudo não passou de um condenável e impiedoso massacre? Leia e julgue você mesmo, leitor. Tais acontecimentos estão esplendidamente descritos no livro A Batalha do Riozinho do AnfrísioUma história de índios, seringueiros e outros brasileiros, do escritor paraense André Costa Nunes. Quem ler esse livro escrito por quem sabe tão bem descrever personagens, locais e acontecimentos, reais ou ficcionais, não ficará indiferente, será tomado por intensas emoções de dor ou de alegria, e se verá transportado para os ambientes da majestosa selva amazônica, palco das portentosas ações, vivenciando cada momento descrito como se ali estivesse. Para os interessados em desfrutar dos prazeres dessa boa literatura, os contatos do autor são: xipaia@ibest.com.br e andrecostanunes@gmail.com