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31 julho 2026

O belicosoTrump e seu irmão gêmeo brasileiro. O Irã, Israel, a Palestina.

Alguém aí na plateia deste blog sabe dizer quem foi um matusquela chamado Tiú França, elemento ligado ao bolsonarismo, delirantemente fanatizado por paranoias produzidas pelo gabinete do ódio da familícia e pelos discursos belicistas vomitados a todo instante por Bozonazi? Segundo o que foi apurado pela PF, no ano de 2024, o delirante Tiú tentou adentrar o prédio do STF com explosivos para lá dentro causar uma demolidora explosão mas, felizmente, não conseguiu o acesso pretendido. Vai daí, munido de alguns petardos e uns tantos fogos de artifício, levou a cabo o que seria um atentado político, o que resultou em uma vítima fatal na Praça dos Três Poderes, em Brasília. A motivação para o insólito atentado é algo sem resolução vez que o único que poderia decifrar tal enigma seria o enigmático Tiú França, não fora justamente ele a supracitada e desditada única vítima fatal nesse mencionado ato extremista de obscuras razões, motivações, estratégias.   
Falamos do quase anônimo Tiú França e seu intento de explodir pessoas. Falemos agora de um seu irmão, sendo que esse é famoso e nasceu nos Istêites, mas também é feito de intenções igualmente belicosas e insanas. Eis que tal ianque brother anda aprontando no Oriente Médio, tratando-se de ninguém menos que o presidente dos EUA, Donald Trump que, com sua habitual arrogância, pôs fogo ao estopim que pode levar o mundo à III Guerra Mundial, provavelmente a definitiva já que pode redundar no extermínio dos povos, das nações, de todo este planeta Terra. E se digo todo, evidentemente que isso inclue uma certa visgueira na Baixa da Égua que este escriba sói frequentar com o precípuo escopo de sorver umas capitosas canjibrinas, uns milomes e umas erva pôdi que me revigoram e me livram das minhas tensões cotidianas que em muito se ampliaram nesses tempos de extremismos bozonarísticos. Ora, uma absurda violação de direitos de tal magnitude os democratas do mundo não podem admitir. 
É fato notório que em fevereiro desse corrente ano de 2026 o agalegado irmão de Tiú, dando uma demonstração de poderio militar - um aviso extensivo e ostensivo aos países do mundo - bombardeou o Irã assassinando o Aiatolá Ali Khamenei, líder supremo iraniano, e achou que isso bastaria para que o Irã se rendesse sem revides como quando, adotando o modus operandis dos mais saqueadores piratas dos mares do Caribe, invadiu a Venezuela pra tomar na mão grande o petróleo do povo venezuelano. Só que o Irã não é a Venezuela e, embora tenha imenso poderio militar, Donald Epstein Files Trump não é o grande estrategista que julga ser. Ainda é precoce falar, mas pra dizer a verdade, no caso em pauta o pretenso estrategista Trump mais parece uma cópia do também pretenso estrategista Tiú França. Como gritante diferença, Trump tem um arsenal nuclear, coisa que Tiú França não tinha. Além do que Tiú era calvo e não escondia do mundo sua calvície, enquanto Trump, irresignável com sua alopecia, insiste em ostentar sobre sua beligerante cabeçorra uma reluzente peruca em tons fulvos que a brisa dos Istêites beija e balança. Fora esses insignificantes detalhes, Trump e Tiú França são irmãos no caráter. Tão idênticos nesse aspecto que, lincontinenti, concluímos: são gêmeos.           (100326)

27 junho 2026

Moro: como um juizeco semianalfabeto e lesa-pátria sabotou a democracia do Brasil e escancarou as portas para o extemismo de direita.

                                              ilustração: JOTA CAMELO
"O pior acontecimento da política brasileira nos últimos trinta anos foi a Operação Lava Jato. Travestida de cruzada moral, ela foi um projeto político deliberado, arquitetado para desorganizar o sistema democrático e reconfigurar o país sob o domínio da antipolítica. Sob o discurso da ética, construiu-se um populismo judicial que destruiu reputações, manipulou processos e sequestrou o Estado. O combate à corrupção virou espetáculo midiático de extermínio político e, no fim, o que ruía não era um partido, mas a própria ideia de República. Economicamente, o estrago foi devastador. As maiores empresas nacionais foram arrasadas, o parque industrial desmontado, milhões de empregos perdidos. Em nome da “limpeza”, liquidou-se o que o Brasil tinha de mais estratégico: a engenharia pesada, a Petrobras, o sonho de autonomia energética. A operação que dizia purificar o país o entregou de bandeja ao capital estrangeiro. Politicamente, a Lava Jato foi o laboratório da extrema direita. Alimentou o antipetismo como religião e a antipolítica como moral pública. Substituiu o debate por linchamento, o voto por sentença, a política por ressentimento. O ódio virou método, e o juiz de Curitiba — com o beneplácito da mídia — transformou-se no herói de uma classe média que confundiu destruição com justiça e parece nao ter entendido nada do que isto representou. O resultado foi a corrosão das instituições e o desmonte do pacto civilizatório. A Justiça tornou-se instrumento de guerra; o Ministério Público, partido político; a imprensa, arma ideológica. O moralismo converteu-se em anestesia para o avanço neoliberal e a repressão social. O Brasil, hipnotizado pelo discurso da pureza, cavou a própria ruína. E, como se não bastasse, o país ainda premiou o algoz. Um dos maiores vacilos da história jurídica e política brasileira foi o alívio concedido a Sérgio Moro — o homem que sabotou a democracia, interferiu em eleições e destruiu a confiança na Justiça. Ele jamais poderia ter sido candidato, jamais poderia ocupar cargo público. Sérgio Moro deveria estar fora da vida pública e preso. Porque é, objetivamente, um criminoso. Há um lavajatismo redivivo no sistema jurídico brasileiro, espalhado como mofo nas paredes do poder. A operação foi formalmente enterrada, mas sua teologia moral segue viva. Na mais alta corte, Luiz Fux reocupa o púlpito da cruzada judicial, enquanto no Ministério Público Federal o espírito de Curitiba renasce com novos apóstolos. O procurador-geral Paulo Gonet abriga em torno de si o mesmo núcleo ideológico que deu sustentação à farsa original — e ali, à sombra do cargo, atua Januário Paludo, o mentor intelectual de Moro, o “guru” que moldou o lavajatismo como se fosse doutrina de fé. Esse vírus institucional também contaminou a Polícia Federal, onde segmentos inteiros ainda operam segundo o manual do espetáculo e da perseguição seletiva. É o velho moralismo punitivista, agora travestido de técnica, infiltrado em inquéritos e vazamentos calculados. O Estado brasileiro continua refém de corporações que confundem poder com virtude e impunidade com justiça. E enquanto essa casta se protege, o país permanece ferido. Sérgio Moro é o símbolo máximo dessa degradação — e o fato de ele estar livre, eleito e com foro é uma afronta à decência. Ele deveria estar fora da vida pública e preso. Porque é, sem disfarces, um criminoso."

Texto de Ricardo Queiroz                (050326)

20 junho 2026

Brasil. De repente a gente cai em si e se pergunta: "De onde saiu tanto feladaput(*)?!?!?!" .

Uma das mais antológicas e memoráveis postagens das redes sociais é essa frase em negrito logo aí abaixo que, apesar de lapidar como poucas, passou despercebida para muita gente desatenta desse auriverde torrão de um povo profissional em desatenções, mormente as de ordem política e social. Surgiu como um incontível desabafo que traduz de forma simples e direta o instante em que os mais execráveis extremistas bozolóides saíram das sombrias catacumbas em que se ocultavam há um espaço de tempo. Por não se sentirem seguros, evitavam dar bandeira, mantinham-se ocultos, camuflados, até o momento que uma súbita sensação de segurança total se apossou de suas deploráveis mentes ao constatarem que a partir de certo momento da História desse Brazil-zil-zil finalmente tinham um líder que os representava em suas malsãs determinações. Então eles, muitos empunhando armas fumegantes, afloraram com estrondoso alarde ao mundo dos seres civilizados, equilibrados. Num chocante atropelo, sequestraram para si as cores pátrias e, trajando camisa da CBF, invadiram as ruas em manadas berrando serem eles formidáveis patriotas, quando em verdade sempre fizeram de tudo para destruir quaisquer traços de progresso, realizações, empatia e humanismo dessa Nação tropical, almejando com sua fúria transformar a maior democracia de toda a América Latina em nova sangrenta ditadura comandada por um traste abjeto, de conduta nazifascista, retrógrado, misógino, homofóbico, xenofóbico, aporofóbico, racista, entreguista, lesa-pátria, de propósitos catastróficos, esgares constantes e permanente riso alvar. O autor da definitiva frase abaixo reproduzida, postada no X em 9 de julho de 2019, é um jornalista chamado Fabio Pannunzio. Mais que um questionamento, a dita frase é uma afirmação que encerra indignada surpresa ao constatar o incalculável número dos mais asquerosos dejetos humanos que deixaram seus mais fétidos esgotos no raiar da destrutiva era bozolóide, ganharam incompreensível e ameaçador protagonismo com direito a câmeras, microfones, perfis de redes, podcasts, horários ditos nobres. Como qualquer praga, propagaram-se rápido e hoje - com jeitão de "daqui não saio, daqui ninguém me tira" - ocupam, intimidantes, ambientes comerciais, domésticos, escolares, esportivos, eclesiásticos, trioeletrizantes carnavais e o mais amplo escambau, até mesmo OABzísticas gentes e entidades, bem como suspeitíssimos consultórios de psiquiatria e psicologia (não como pacientes, mas - acreditem - como profissionais que indicam ortodoxias religiosas a título de soluções terapêuticas (!). São catervas inteiras que, assolantes, empinantes, escoiceantes, insistem em atormentar nossos demócráticos e solares dias.

FABIO PANNUNZIO
@blogdopannunzio
"Olho ao redor e me pergunto: de onde saiu tanto filho da puta? Tanta gente assumidamente perversa, mau-caráter, invejosa e cruel? O Brasil de hoje parece o set de Walking Dead. Bastou um aceno para os fantasmas saírem do Hades e virem assombrar as ruas."

03 junho 2026

A inexcedível influência política de Little Banana junto a Trump e os bastidores da White House.


Um imperioso aviso aos habitantes dessa auriverde Nação: Dudu Bananinha não aceita mais ser chamado dessa forma no Brasil. Cansado de aguardar do governo ianque sua ardentemente desejada cidadania estadunidense, o prófugo membro da familícia se autoconcedeu-se a si mesmo essa sua cobiçada cidania com direito a green-yellow card. Destarte, já considerando-se um genuíno cidadão dos EUA, Dudu agora exige ser chamado de Ed Little Banana ou, simply, Little Banana. Também conhecido em nosas plagas como Cabeça de Mounjaro, esse desprezível quinta-coluna, entreguista e lesa-pátria ganhou amplos espaços na imprensa corporativa e nas redes sociais vociferando graves ameaças de atormentar com sanções trumpistas a economia e os destinos desse país varonil, também aventando que nós aqui estamos no lucro pois "Trump ainda não jogou uma bomba nuclear no Brasil". Deixou claro que só leva em conta seus elevados interesses extremistas, sem se importar que bombas nucleares não são programadas para seletivamente matar apenas progressistas, o que significaria exterminar milhares de seus próprios apoiadores bozonaristas, os chamados patriotários, que o potroarca da familícia já chamou publicamente de malucos. Ao lado de seu cúmplice, neto de falecido ditador amante de olorosos equinos, Little Banana vive bradando aos quatro ventos e aos sete mares que tem enorme influência política nos Istêites, que conta com a proteção, o apoio e a amizade pessoal de Donald Trump e que por isso desfruta de irrestrito trânsito pelos corredores da White House. Seu irmão Flavio Rachadona, acaba de publicar pelas redes uma foto que os mais sensatos e observadores juram não passar de IA, mostrando Rachadão ao lado do Big Carrot em uma imutável pose. Já Little Banana, a título de provas incontroversas dessas suas grandiloquente afirmações, publicou dezenas de fotos como esta acima, dele com seu partner, um fugitivo da Justiça brasileira. A bem da verdade, qualquer vivente que tenha mais de dois neurônios não há de engolir essas pretensas provas irrefutáveis que seriam as fotografias publicadas em redes e imprensa corporativa, vez que elas não mostram Banana e seu comparsa transitando altivamente pelo interior da referida White House, aquela cujos corredores o Mr. PokaPika alega frequentar com privilegiada pompa e circunstância. Apenas os mostram outside, ou seja, do lado de fora, bem fora, dos portões whitehouzísticos, no mesmo ponto da calçada em que se aglomeram grupos de turistas nipônicos e todos os visitantes anônimos, sendo ali que ambos posaram para a posteridade exibindo uma insuperável donkey moral (moral de jegue).                          (070326)

29 maio 2026

Trump, pedofilia, psicopatia e o definitivo fim da aventura humana na Terra, León Gieco, Mercedes Sosa.

Gravíssimo é esse momento que o mundo atravessa agora que o destino dos povos e o futuro de todas as etnias desse planeta em que habitamos encontra-se perigosamente em mãos de um pulha envolvido em pesados e tristes acontecimentos de pedofilia e crimes outros, insano, insensível, desprezível, sem o mínimo de empatia, fisicamente de corpo rotundo pelo qual se distribuem toneladas de maldade, xenofobia King Size, empáfia, soberba, arrogância, psicopatia e gangsterismo político e social, sem apresentar nenhum traço de humanismo, um biltre cheio da mais letal inconsequência. Por suas diabólicos e desvairados ações, centenas de mihares de inocentes já morreram, a exemplo das dezenas de meninas massacradas em uma escola feminina em Minab, Irã. Não espere você que a Rede Globo, da Famiglia Marinho, e toda a chamada mídia corporativa nos surpreendam e nos mostrem a verdade nua e crua, com imagens autênticas e vídeos que denunciem tal atrocidade. Eles são antigos aliados do Grande Irmão do Norte. Mais que isso, são cúmplices que relativizam a gravidade dos trágicos fatos ocorridos. Sabemos como se comportariam caso fosse o Irã que tivesse bombardeardo uma escola dos EUA pulverizando com mísseis dezenas de loiras menininhas ianques. Ocorreria imediatamente uma histérica cobertura dessa mídia dita das elites, tudo seria convertido em uma grande onda de revolta e infindáveis indignações, cachoeiras de lágrimas e acusações contra o que seria uma imperdoável crueldade iraniana. Pela política do Make America Genocidal Again muitos e muitos ainda morrerão em vão nesse planeta até que ele chegue ao seu término definitivo. C'est fini! Kaput! E muito mais breve do que os pessimistas poderiam imaginar. Tudo porque Trump age como um daqueles vilões de fillmes B roliudianos ou daquelas HQs do Flash Gordon. É estarrecedora sua recente declaração de que havia bombardeado e destruído completamente as Ilhas Kharg, ínsula iraniana de 8000 habitantes considerada um ponto estratégico do Irã. Para tornar as coisas ainda mais chocantes, o Big Carrot disse que talvez voltasse a bombardear as Ilhas Kharg "só por diversão". Salta às nossas mentes a imagem do Imperador Nero tocando harpa e sorrindo de forma diabólica tendo ao fundo Roma ardendo em chamas num incêndio que ele próprio causou com sua psicopatia trumpniana. Então, bem a propósito, vai aqui essa canção de protesto do final dos combativos anos 70s, um conscientizador hino antiguerra mundialmente conhecido do músico argentino León Gieco, que ajuda a refletir e a nos posicionarmos contra esse belicismo catastrófico que nos ameaça a todos. Gracias a la vida, querida Mercedes Sosa e querido León Grieco. Gracias a todos seres sensatos, pacifistas e humanistas.


(010426)

07 maio 2026

A exterminadora pandemia de Covid da era Monstronaro e os mais improváveis Adão e Eva para repovoar o Brasil e o Mundo.

Em tempo de pandemia e forçada quarentena, buscando preencher suas horas ociosas certo vivente anônimo, enclausurado em seu apê, vive dias de enfadonha rotina trazida pelo isolamento anticoronavírus. Eis que por seu cérebro desfilam toda sorte de pensamentos e ele resolve que é chegada a hora de burlar o ócio pandêmico redigindo um livro de ficção científica, um best-seller que venderá às toneladas e o conduzirá aos píncaros da glória literária. Sim, tempo não lhe falta, e ainda por cima o atual clima apreensivo reinante no país colabora, as palavras brotam em sua mente aos borbotões e com facilidade ele vai delineando o cenário da trama. Empolgado, qual um literato experimentado facilmente vai desenvolvendo seu promissor argumento descrevendo os momentos em que uma insólita pandemia avança silente sobre povos diversos, dizimando populações inteiras mundo afora. Morrem centenas, milhares, milhões de pessoas, até que sucumbem bilhões e no mundo resta apenas um único casal. Estão sós no planeta Terra, como se fossem a bíblica díade, a parelha criada pelo Onipotente para habitar o Éden. São os novos Adão e Eva, cabendo-lhes a divinal missão, o glorioso papel de se reproduzirem em prol da continuidade da espécie, de reconstruirem a raça humana. Como conseguiram ficar vivos diante de tamanha calamidade não nos é dado saber, são insondáveis as razões. Um único macho, uma única fêmea, os únicos seres vivos que restaram no orbe. Ela se chama Damares e ele se chama Jair Messias. E é precisamente aí que o escriba neófito estanca, arregala os olhos, empurra o teclado do laptop para longe de si emitindo um estrondoso brado: "Mas que porra é esta que estou escrevendo?!!? Ficção científica é que não é!! Isto daqui está mais é pra enredo de um pavoroso filme de terror!!"
O candidato a escritor consagrado, percebendo-se traído pelos meandros de sua mente fértil, desiste de alcançar a tal glória e seus píncaros, a sonhada celebridade a ser atingida através dos seus escritos. Incontinenti, rasga e joga os manuscritos na lata do lixo e vai acessar uma rede social qualquer onde passa a postar umas fotinhas de seus pets, tão fofinhos, uns amores.

11 abril 2026

As Histórias em Quadrinhos, o diabo contra o Brasil

Tempos houve em que as histórias em quadrinhos aqui neste Patropi eram consideradas coisas do demo, do canhoto ou seja lá que nome deem ao anjo dissidente das hordes celestiais. Você, amável e atilado leitor, que no conforto do seu sacrossanto lar gosta de ler bem editados álbuns de luxo de HQ que hoje circulam em toda parte com pompa e circustância, ficará um tanto cético diante de tal afirmação, mas ela é a pura expressão da verdade, por mais absurda que lhe possa parecer. Em meados de 1930 o empresário Adolfo Aizen, através do Suplemento Juvenil, lançou as HQs aqui no Brasil. Quer dizer, esta é a versão corrente, embora haja os que afirmem que antes dele já havia pubicações pioneiras de quadrinhos por aqui. O fato é que Aizen lançou com grande repercussão, em larga escala, de maneira maciça e por isso é considerado o grande marco dos quadrinhos no Brasil. Entre os leitores e os quadrinhos houve uma paixão instantânea e fulminante que se fortaleceu à medida em que o tempo foi passando. Não percamos de vista que nesse nosso país varonil de céu de anil somos forçados a conviver com um magote de gentes de mentalidade retrógrada, reacionários, autoritários e violentos que têm em comum o repugnante hábito de tentar impor aos demais a sua forma distorcida de enxergar o mundo por seus critérios malévolos como o que enxergava nas HQs a presença maligna do demo, o coisa ruim, o capiroto, o diabo. E não estamos falando do simpático personagem, o diabinho chamado Brasinha, o Hot Stuff, the Little Devil, que circulou no nosso patropi em gibis nos anos 60s e era aceito entre nós sem temores de despropositadas caça às bruxas, quando o número dos ditos cristãos fanatizados e iracundos ainda não parecia algo a ser temido, embora Brizola, que sempre teve uma aguçada visão da política, já fizesse alertas das catástrofes que a fé manipulada por charlatães inevitalmente traria ao Brasil. Hoje os mais atentos se dão conta das terríveis consequências que a fusão em curso das igrejas neopentecostais com a extrema nos ameaça a todos com sérias atrocidades. Premonitório Briza!    
Sim, toda essas hostes compostas por seres assombrosamente reacionários que depois da era bozolóide passou a circular livremente em espaços públicos sob nomes incorretos como "patriotas" ou mesmo "conservadores", um eufemismo indevido adotado para os que, de fato, são retrógrados, uma súcia antiga que não deixava em paz a cultura, a educação, as artes. Uma gente que se crê dona da verdade e se autoentitula defensora legítima da moral e dos bons costumes não é uma sandice dos tempos atuais, como pensam muitos, tal escória sempre existiu. Infiltradas nos órgãos oficiais, nos gabinetes acabaram por desenvolver verdadeiras campanhas onde a tônica era o mais improcedente preconceito e buscaram fazer uma lavagem cerebral por atacado afirmando que as revistas de HQs, os conhecidos Gibis, eram um inimigo natural dos livros didáticos, um adversário maléfico, um feroz antagonista das consagradas obras dos bons escritores, que destarte eram um inimigo do próprio Brasil e do povo brasileiro e um monte de sandices congêneres. Com todos essas acusações absurdas visando estigmatizar as linguagem dos quadrinhos, todo esse reacionarismo explícito, você ficará atônito ao descobrir que hoje existe, entre profissionais das HQs certos grupos de desenhistas e argumentistas que estão interligados abertamente à extrema direita e sua abominável política que odeia a Educação, a Cultura e as artes em geral, incluindo as histórias em quadrinhos, campo onde atuam profissioanalmente? Difícil de acreditar em algo assim, não é? Só as cabeças insanas deles para buscar razões que consideram plausíveis para justificar tão inaceitável aburdo. Quanto ao tempo das cruzadas abertas contra os quadrinho, absurdos inomináveis já foram ditos, escritos, foram impressos e circularam entre nós. Afirmavam, em cartazes e por outros meios, que a criança que lia quadrinhos inexoravelmente haveria de se tornar um malfeitor que empunharia armas contra as pessoas ditas normais. Valei-me meu São Stanislaw! 
Essa autêntica Idade das Trevas das comunicações graças aos céus parece ter chegado ao fim e hoje os quadrinhos circulam nos mais salutares ambientes com as devidas alvíssaras e são comercializados em versões bem cuidadas, até luxuosas, em livrarias conceituadas, sendo largamente empregados em campanhas governamentais, seja na área de saúde ou outra qualquer, onde se faça necessária uma forma de comunicação rápida e de alcance de todas as camadas. E, glória das glórias, hoje são utilizados amiúde em parcerias com os livros didáticos que assim levam ao povo, com o auxílio luxuoso das HQs, o doce sabor do Saber. Os quadrinistas brasileiros conscientes e dignos sempre lutaram pelo reconhecimento das HQs como forma legítima de comunicação e arte maior. Eternos batalhadores em prol do reconhecimento de seus trabalhos, vão sendo a cada dia mais valorizados. Muito justo, justíssimo. Merecido, merecidíssimo.
(210314)

05 abril 2026

Os bebês reborn, as infindáveis pretensões

Uma palavra-chave que ora impera nessa auriverde sociedade hodierna: pretensos. Pretensos pastores. Pretensos padres. Pretensos pais de pretensos bebês. Pretensa deputada (casada com pretenso ex-juiz) que propõe leis a favor dos pretensos pais de pretensos bebês. Pretensos políticos justos (veríssimos) que só são defensores dos muito privilegiados. Pretensos doentes que alegam males orgânicos raros e mui convenientes e que, sob tais alegações, se internam em UTI-Realyte Show, ou que correm, céleres, 100m rasos com revólver engatilhado atrás de cidadão preto e depois se declaram portadores de pretensas síndromes que são apenas pretensos motivos para pedir (e obter) farto PIX do gado pretensamente patriota.

11 março 2026

Qualquer música, ah, qualquer, logo que me tire da alma Trump, Bozo e a Famiglia Marinho.

Música, música! Basta dos bombardeios de horrores de Trump, de Bozonazi et caterva que a desinformante Rede Globo, da trilionaríssima Famiglia Marinho nos empurra goela abaixo como dulcíssimas verdades e inquestionáveis pós-verdades. Só música, ah, qualquer música! Ontem, hoje, agora, ainda e sempre. Gravada ou ao vivo, via rádio, seja AM ou FM, em CD original ou pirata, no MP3, no vinil, no computador, na trilha sonora de filmes, de novelas, de minisséries televisivas, de peças teatrais, no coreto da praça, em anfiteatro, na viola de um cego cantador, no repente surpreendente do repentista eminente, na tuba, na conga, conga, conga, no contrabaixo, no alto falante do circo mambembe, na flauta doce ou salgada, na gaita de quem não tem gaita, no saxofone, no violino de som fino, na rabeca da Rebeca, no oboé ou não é, no bandonione, no realejo, no fagote, no violão, na guitarra, no contrabaixo, na harmônica, no órgão da igreja, nos atabaques dos terreiros de candombé, na chaleira do Hermeto, no prato da Edith, na caixinha de fósforos do Cyro Monteiro, no pente sem um dente, no cavaquinho, no bandolim, no banjo do arcanjo, na lira do delírio, no fole prateado só de baixo 120 botão preto bem juntinho como nego empareado, no triângulo, na zabumba, nos oito baixos de Januário, nos pífanos, no pandeiro, no reco-reco, bolão e azeitona, na cuíca, na tumbadora, no piano de cauda, no berimbau, plugged ou unplugged, na guitarra havaiana, na guitarra portuguesa, na guitarra baiana de Armandinho Macedo. Música, música, música, música! Chico, Caetano, Milton, Tom, João Gilberto, Caymmi, Baden, Gil, João Bosco, Aldir, Macalé, Moraes, DodôeOsmar, Zeca Baleiro, Ary, Pixinguinha, Gal, Elis, Carmen Miranda, Ângela Maria, Dalva, Dolores Duran, Maysa, Astrud, Marisa Monte, Daúde, Gal, Bethânia, Tomzé, Titãs, Mutantes com Rita Lee, Rita Lee sem os Mutantes, Cássia, Calcanhotto, Marina, Clementina, Raul Seixas, Anysio Silva, Chico Science e Chico César, Mestre Ambrósio, Siba, Waltinho Queiroz, Bonfá, Arnaldo Antunes, Benjor, Chorão, Cartola, Nelson - o Gonçalves e o Cavaquinho - Gonzagão, Mozart, Sivuca, Hermeto, Dominguinhos, Jackson, Genival, Manezinho, Gordurinha, Ludugero, Aznavour, Armstrong, Gardel, Modugno, Henri Salvador, Salif, Bienvenido, Cesária, Amália, Carminho, Dulce Pontes, Luz Casal, Sapoti, Piaff, Callas, Gordurinha, Manezinho Araújo, Riachão, Batatinha, Walmir Lima, La Lupe, Chavela Vargas, Chabuca Granda, Celia Cruz, Nina Simone, Bola de Nieve, Piazzola, Agustin Lara, Lennon e McCartney, Roberto e Erasmo. Música, música. Samba, rock, baião, xaxado, xote e xoxote, maxixe e jiló, chorinho, dobrado, mazurca, jazz, tango, fado, valsa, frevo, axémiuzique, balancê, pasodoble, coco, maracatu, corta-jaca, tarantela, samba-de-véio, samba-duro, samba de roda, samba-reggae, samba-rock, samba de breque, samba de black, blues, funk, bossa-nova, chá-chá-chá de la secretária, salsa, mambo, calipso, merengue, cumbia, reggae, bolero-lero-lero-lero, begin the beguine. Só música, música, música, música! Até mesmo feita plasticamente, com o som fluindo de pincéis deslizando sobre uma tela carregados com tinta acrílica, como nesta pintura acima que fiz con mucho gusto e que resolvi usar como ilustração para esta postagem. Música, música. Excetuando-se a unanimemente indesejada marcha fúnebre, qualquer música, ah, qualquer, logo que me tire da alma esta incerteza que quer qualquer impossível calma!                     (111019)


04 março 2026

Ed LittleBanana, a calçada da White House e seus segredos revelados

O fugitivo lesa-pátria Dudu Bananinha, ex-deputado e ex-escrivão (ou seria excrivão?) recentemente gravou um vídeo digno de um pulp fiction de James Bond revelando secretíssimos detalhes da secretíssima conversa Vieira-Rubio. No referido vídeo, o insígne prófugo - chapeiro e embaixador nas horas vagas - agiu tal um agente secreto (nada a ver com o filme do Kleber Mendonça) e, coberto de inquestionáveis razões, desmentiu os comunicados oficiais emitidos por autoridades representantes dos EUA e Brasil. A seu favor, saibam os senhores e as senhorinhas, que do ponto estratégico secretíssimo da calçada em que Little Banana estava ouve-se perfeitamente qualquer conversa sigilosa do interior da White House, (há uns míseros 500m do dito ponto), bastando apurar os ouvidos. Little Banana valeu-se de uma infalível e centenária tática de vizinhas fofoqueiras do Brasil, dotadas todas de poderosos pavilhões auriculares. É lamentável que dois comunistas truculentos infiltrados na Segurança da White House tenham decidido ignorar que Little Banana é coligado e íntimo de Donald Trump e tenham expulsado de lá o Poka Pika e seu quase fiel partner, o democrático estelionatário internacional, neto de falecido ditador equinístico.






26 dezembro 2025

As sandálias havaianas na vida de João Ubaldo Ribeiro

Em tempos distantes do tsunami de indigência mental da ignominiosa e extremíssima direita que nesses hodiernos dias assola esse auriverde torrão, João Ubaldo Ribeiro, bem-do-dele, sem fardão, capelo ou espadim, enverga um calção de pindoba a meia zorra, tendo aos pés libertárias havaianas.

17 outubro 2025

Ed Little Banana não sabe como aniquilar um velho Vampiro.

O FUGITIVO LITTLE BANANA É TÃO PARVO QUANTO SEU CONDENADO PAI. POIS NÃO É QUE O CABEÇA DE MOUNJARO DEU DE AMEAÇAR MICHEL TEMER COM SANÇÕES TRUMPISTAS? NESSE NOSSO AURIVERDE TORRÃO, L.B. É O ÚNICO A IGNORAR O FATO DE QUE SÓ É POSSÍVEL ACABAR COM TEMER PENETRANDO EM SUA SECULAR TUMBA E FINCANDO-LHE UMA PONTIAGUDA ESTACA NO PEITO.

23 setembro 2025

Como Ed Little Banana deve agir com Michel Temer

ED LITTLE BANANA JÁ MOSTROU SER UM HOMEM EQUILIBRADO E UM FILHO AMOROSO AO DIZER AO SEU ENCARCERADO GOLPISTA PAI: "VTNC, INGRATO DO CARALH(*)!!"
O FILHO 03, QUE SEMPRE MOSTRA SER TÃO APEDEUTA E FANÁTICO PELO TORTURADOR CEL.ULSTRA QUANTO SEU BIBLIÓFOBO, SOLUÇANTE E VOMITANTE GENITOR, ANDA AGORA AMEAÇANDO MICHEL TEMER COM SANÇÕES TRUMPISTAS. ORA, ORA, TODOS SABEM QUE A ÚNICA FORMA DE ACABAR COM TEMER É PENETRAR SILENTEMENTE EM SUA SOMBRIA TUMBA E FINCAR-LHE UMA ESTACA NO PEITO.

19 novembro 2024

TIÜ TRUMP


              Trump é um Tiü França que cobre a careca com peruca louro-cenoura e que, em vez de fogos de artificio, tem ao seu dispor um variado e pesado arsenal bélico nuclear.