Uma antológica e das mais memoráveis postagens das redes sociais é esta abaixo que traduz de forma simples e direta o momento em que os mais execráveis extremistas bozolóides saíram de suas sombrias catacumbas em que viviam procurando não dar bandeira, ocultos, camuflados, até o momento que, sentindo-se seguros tendo um líder que os representava, afloraram ao mundo dos seres civilizados, sensatos e humanistas com estrondoso alarde. Confiscaram para si as cores pátrias e, trajando camisa da CBF, foram para as ruas berrando serem formidáveis patriotas, quando em verdade sempre fizeram de tudo para destruir quaisquer traços de progresso, realizações, empatia e humanismo desse Brasil varonil, transformando a maior democracia de toda a América Latina em uma sangrenta ditadura comandada por um traste abjeto, de conduta nazifascista, retrógrado, misógino, homofóbico, xenofóbico, aporofóbico, racista, entreguista, lesa-pátria. O autor da definitiva frase aqui reproduzida, postada no X em 9 de julho de 2019, é um jornalista chamado Fabio Pannunzio. Mais que um questionamento, a dita frase é uma afirmação que encerra indignada surpresa ao constatar o incalculável número dos mais asquerosos dejetos humanos que deixaram seus mais fétidos esgotos na era bozolóide, ganharam incompreensível protagonismo e que insistem em atormentar nossos demócráticos e solares dias.
FABIO PANNUNZIO
@blogdopannunzio
