12 agosto 2022
Jô Soares, com bongô e com bom gosto
José Eugênio Soares, aliás Jô Soares. Escritor, apresentador de talk show, ator, humorista, redator, cronista, poliglota, standupman, diretor de teatro, músico.
Jô Soares, um homem de múltiplos talentos
José Eugênio Soares, aliás Jô, aliás Gandoooola, aliás, Seu Múcio, Décio, Uóxitom, Bô Francineide, Capitão Gay, General Gutierrez, Tavares, Frei Serapião, Dalva, uma mulheríssima, Irmão Carmelo, Dr. Ariel, Gardelón e tantos aliases mais, todos maravilhosos, deliciosos, memoráveis.
08 agosto 2022
05 agosto 2022
Jô Oliveira, artista gráfico cercado de grana alta / Pintando o Set
Dos desenhadores e grafistas brasileiros, meu amigo Jô Oliveira é quem mais viveu a vida cercado de grana, mas muita, muita grana mesmo, e bote grana nisso. Botou? Pois bote mais, mais, beeeem mais! É que um dia Jô pegou seu matulão e deixou seu amado Pernambuco buscando dias melhores em Brasília, vindo a tornar-se um confiável funcionário da Casa da Moeda. Quer dizer, confiável mas ainda assim sujeito a rigorosas revistas diárias na entrada e na saída da dita Casa, vez que por que lá eles entendem que todo cuidado é pouco e vai daí que não dão mole nem a um sujeito idôneo como o Jô. Nessa tal Casa da Moeda é criado e impresso - se minha amnésica memória não falha - toooodo o dinheiro deste país dito emergente. Milhões, bilhões, trilhões, caralhaisquilhões. Jô é - ao menos era - um daqueles caras responsáveis por fazer os belos desenhos, arabescos e filigranas cheias de cores e suas nuanças que estampam as cédulas às quais por vezes o povão costumava lhes emprestar o nome de acordo com o valor ou cor característica. "Quanto custa isto?" "Um barão" ,"Um Cabral", "Uma abobrinha". E quando perdiam o tal valor, que tristeza, que depressivo. É como canta o bardo cearense Falcão em um de seus clássicos: "Eu sinto na pele o desgosto / De Anísio Teixeira / Cunhado feito um abestado / Em uma cédula de mil...". E voltando ao Jô Oliveira, um dia, em Recife, com seu belo traço internacional com marca nordestina de cordel fez esta minha régia fina estampa que usei para ilustrar esta postagem ditada pela saudade de tão nobre amigo. Nobilárquico Jô, nem todo o dinheiro que já o cercou aí na Casa da Moeda serviria para pagar tudo que seu talento artístico já produziu. Abração procê, cabra bão!
(22/04/14)
(22/04/14)
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03 agosto 2022
30 julho 2022
24 julho 2022
23 julho 2022
19 julho 2022
As querelas de um Brasil que não merece o Brasil, Elis, Aldir Blanc.
"Um operário eleito e, a seguir, reeleito através das urnas, de forma limpa, republicana, incontestável, e uma mulher na presidência depois de 120 anos de República. Nada mal para um povo que já elegeu uma pletora de sabichões de barba, bigodes, cavanhaques, carecas ou de cabelos acajus, gente quase sempre a serviço dos mais abastados e poderosos desse país. Bem-vinda, bem-vinda, Sra.Presidente. Oxalá - para todos nós - tudo possa correr bem em sua gestão e que uma mulher possa mostrar a todos que o sexo frágil não foge à luta, e que dondoca neste país é uma espécie em extinção."
(03/11/10)
(03/11/10)
A singela postagem acima, intitulada Presidente de batom, publiquei aqui neste bloguito no dia 03 de novembro de 2010, quando a moça Dilma ainda se preparava para assumir a Presidência do Brasil pela primeira vez. Bem sabemos que de lá para cá muitas águas turvas e tormentosas passaram debaixo da ponte, o que muitíssimo me faz lembrar a canção de Aldir Blanc e Maurício Tapajós, gravada em abril de 1978 por ninguém menos que a fabulosa e a insuperavelmente insuperável Elis Regina, com aquela sua voz tamanha proferindo cada palavra como sentença irretorquível. Sempre me perguntava, e sigo me perguntando, como as pessoas podem comportar em si tantas toneladas de alienação, ver e ouvir com credulidade falácias produzidas pelos que lucram com a desinformação midiática, e se deixarem conduzir para matadouros ou se guiarem para abismos de abissais profundidades. E como possível é um brasileiro desconhecer o país em que nasceu, sua História, sua gente, seus meandros, alternâncias, os magotes de falsos profetas, os rumos corretos e os descaminhos, acertos e desacertos do passado e do presente, seus horrores e injustiças, sua beleza e feiura, suas alegrias e dores, seu joio, seu trigo. Passados já tantos anos, as palavras contidas na letra da canção seguem desnudando verdades incômodas: "O Brasil não conhece o Brasil. O Brasil não merece o Brasil. O Brasil está matando o Brasil."
18 julho 2022
18 junho 2022
17 junho 2022
08 junho 2022
02 junho 2022
19 maio 2022
Puxa-saco competente e digno sabe que ser subserviente ao Chefe vem antes de tudo.
NÃO IMPORTA O QUE VOCÊ ESTEJA FAZENDO, NEM COM QUEM. UM CHAMADO DO CHEFE É COISA SAGRADA E UM PUXA-SACO CONSCIENTE TEM QUE LARGAR TUDO PARA ATENDER SEU IDOLATRADO SUPERIOR.
Digam o que queiram dizer os maledicentes de plantão, a vida de um Puxa-saco nem sempre é um mar de rosas, um lago de perfumadas gardênias, uma fonte de delicadas orquídeas, um oceano de alvissareiros lírios-da-paz A felicidade pessoal é algo que deve ser preservado, mas acima dela e bem acima de tudo o mais, está a vontade do amado chefe. O chefe é uma sacrossanta instituição que garante as refeições diárias e o padrão de vida almejado por um Puxa-saco de valor e suas vontades devem ser atendidas incontinente, sem indevidos questionamentos, injustificáveis alegações e inaceitáveis excusas. O escritor Ademar Gomes, que estudou a fundo a viva dos Puxa-sacos, discorre sobre o tema no seu antológico MANUAL DO PUXA-SACO em um texto hilário sobre a atividade puxasaquística do qual forneço aqui uma mostra:
Digam o que queiram dizer os maledicentes de plantão, a vida de um Puxa-saco nem sempre é um mar de rosas, um lago de perfumadas gardênias, uma fonte de delicadas orquídeas, um oceano de alvissareiros lírios-da-paz A felicidade pessoal é algo que deve ser preservado, mas acima dela e bem acima de tudo o mais, está a vontade do amado chefe. O chefe é uma sacrossanta instituição que garante as refeições diárias e o padrão de vida almejado por um Puxa-saco de valor e suas vontades devem ser atendidas incontinente, sem indevidos questionamentos, injustificáveis alegações e inaceitáveis excusas. O escritor Ademar Gomes, que estudou a fundo a viva dos Puxa-sacos, discorre sobre o tema no seu antológico MANUAL DO PUXA-SACO em um texto hilário sobre a atividade puxasaquística do qual forneço aqui uma mostra:
"É preciso dedicação total para obter-se sucesso na atividade. Tem-se que ficar à disposição do chefe dia e noite, domingos e feriados, chova ou faça sol. Convocação do chefe é sagrada, exige atendimento imediato, esteja-se no melhor do sono ou no meio de uma trepada com a boazuda mais desejada da cidade, não importa. Chefe tem prioridade absoluta..."
**********Quando recebi o texto original de MANUAL DO PUXA-SACO, esta basilar obra de Ademar "Professor Bandeira" Gomes, não pude me conter e li-o de um só fôlego, tão deliciosos eram os escritos de Ademar. Aí então, lesto e presto, esbocei todas as ilustrações usando grafite 2B sobre papel Opaline 180 g. Incontinente, arte-finalizei todos os desenhos com uma dócil canetinha de ponta porosa e indiquei o meio-tom em papel vegetal. Curti à beça o texto hilariante de Ademar e, qual um Narciso soteropolitano, curti também as ilustrações que fiz para ele.
18 maio 2022
As façanhas sexuais de um chefe, segundo o relato de um insuspeito Puxa-saco.
UM PUXA-SACO TEM QUE SER IMAGINATIVO E ENGRANDECER A PLANGENTE PERFORMANCE SEXUAL DE SEU SAGRADO CHEFE.
O criativo e hilariante texto contido no livro MANUAL DO PUXA-SACO, do escritor e jornalista Ademar Gomes, é de imprescindível leitura para os que querem, nestes tempos bicudos, assomar o pedestal da dignidade puxa-saquística e se regalar com os proventos daí advindos. Transcrevo a seguir um trecho do que Ademar Gomes escreveu sobre o assunto no seu delicioso MANUAL:
O criativo e hilariante texto contido no livro MANUAL DO PUXA-SACO, do escritor e jornalista Ademar Gomes, é de imprescindível leitura para os que querem, nestes tempos bicudos, assomar o pedestal da dignidade puxa-saquística e se regalar com os proventos daí advindos. Transcrevo a seguir um trecho do que Ademar Gomes escreveu sobre o assunto no seu delicioso MANUAL:
"Criatividade é essencial. Quem não a tiver o bastante para inventar histórias que exaltem o chefe não deve nem pensar em ingressar na confraria. Mas nada de exageros - "Doutor Viana é o maior fudedor que eu conheço" - para não expor o chefe ao ridículo, principalmente se ele estiver acostumado a so pegar no tombo, mesmo na primeira...Tem de ser histórias verossímeis, sua briga com três estupradores para defender o cabaço da namorada, botando todos para correr com certeiras pernadas, rabos de arraias, martelos, ainda que o chefe nunca tenha entrado numa roda de capoeira e não saiba sequer o que é um berimbau. No começo, a culhuda sobre a coragem de um frouxo como ele pode até deixá-lo constrangido, mas depois de ouvir algumas vezes acaba incorporando-a às suas próprias fantasias, até porque fama de brigão intimida eventuais agressores..."
**********Quando recebi o texto original de MANUAL DO PUXA-SACO, esta basilar obra de Ademar "Professor Bandeira" Gomes, não pude me conter e li-o de um só fôlego, tão deliciosos eram os escritos de Ademar. Aí então, lesto e presto, esbocei todas as ilustrações usando grafite 2B sobre papel Opaline 180 g. Incontinente, arte-finalizei todos os desenhos com uma dócil canetinha de ponta porosa e indiquei o meio-tom em papel vegetal. Curti à beça o texto hilariante de Ademar e, qual um Narciso soteropolitano, curti também as ilustrações que fiz para tão magistral escriba e tão generoso amigo.
Como a questão religiosa é determinante para um Puxa-Saco cheio de brios.
A RELIGIÃO DE UM PUXA-SACO RESPEITÁVEL É A MESMÍSSIMA RELIGIÃO DO SEU VIRTUOSO CHEFE.
Nos textos do MANUAL DO PUXA-SACO, livro de Ademar Gomes, ficamos inteirados de que um competente Puxa-saco tem que ser dedicado aos seu superior nos mínimos detalhes.
Um Puxa-saco exemplar deve adotar para si preferências clubísticas e religiosas do chefe. Nada de inaceitáveis heresias, impensáveis apostasias. Um comportamento apóstata não se coaduna com uma conduta de incondicional cumplicidade que deve ser estabelecida e preservada por um Puxa-saco que se respeite. A exemplo de certas figuras que se arvoram a serem influentes líderes religiosos cristãos, o Puxa-saco deve bradar bem alto que o seu amado chefe está no cargo que ocupa por inquestionável e sacrossanta escolha de ninguém menos que Deus, que é Onipotente e Onisciente, apesar de não ser lá tão Onipresente assim. Isso vale para qualquer que seja a fé, muçulmana, budista, católica. E muito principalmente para os que habitam esta afro-capital baiana pois isto vale também para as religiões de matriz africana como o candomblé. Não, um Puxa-saco não pode vacilar um só instante: deve, sem indecisão, abraçar a fé afro-brasileira de seu pio chefe. Quando preciso, dançar ao som do toque dos atabaques, e até mesmo fumar charuto e beber marafa no gargalo, se o momento assim determinar, ainda que isto possa resultar em recriminações nada ecumênicas por parte dos preconceituosos e teocráticos setores pentecostais e similares contra as pessoas que professam fé nas religiões afros. Fica sabendo tudo do assunto quem ler o livro de Ademar Gomes, MANUAL DO PUXA-SACO, livro de cabeceira dos aduladores mais contumazes, inveterados e renitentes. Sobre esse tópico escreveu Ademar Gomes:
"Ecletismo religioso é fundamental para acompanhar o chefe em suas peregrinações ecumênicas (seja qual for a preferência espiritual dele) e não pisar na bola durante as liturgias."
**********Quando recebi o texto original de MANUAL DO PUXA-SACO, basilar obra de Ademar "Professor Bandeira" Gomes, não pude me conter e li-o de um só fôlego, tão deliciosos eram os escritos de Ademar. Aí então, lesto e presto, esbocei todas as ilustrações usando grafite 2B sobre papel Opaline 180 g. Incontinente, arte-finalizei todos os desenhos com uma dócil canetinha de ponta porosa e indiquei o meio-tom em papel vegetal. Curti à beça o texto hilariante de Ademar e, qual um Narciso soteropolitano, curti também as ilustrações que fiz para ele.17 maio 2022
Estante Virtual e o livro de crônicas futebolísticas do escritor Ademar Gomes com ilustrações de Setúbal.
É com enorme carinho que tenho ilustrado livro para
escritores, notadamente os amigos mais próximos que são escribas e me procuram
para que eu participe de seus livros na condição de ilustrador. Ocorre que quando
tenho alguns exemplares desses livros por mim ilustrados habitualmente presenteio
amigos interessados ou faço amigáveis permutas com outros cartunistas em Salões
de Humor, no que chamamos de ”trocar figurinhas”, algo muito salutar que me
garante ter em minha cartunteca particular preciosidades feitas por colegas de
traço feito Biratan Porto, JBosco, Gonzalo Cárcamo, Paulo Caruso, Chico Caruso,
Cedraz, Nildão, Valtério, Santiago e outras feras feríssimas. Caro leitor, não
sou lá um vivente muito organizado e acontece de muita vez seguir os comandos de meu coração e termino por presentear mais do que poderia ou deveria. O resultado é que fico eu próprio sem ter sequer um exemplar de livro que
ilustrei e que gostaria de ter nas minhas estantes para folhear quando preciso,
para comparar ilustrações, estudar as mudanças de traço, reler. Em casos que
tais, há que se recorrer a amigos que por ventura tenham um exemplar, ou partir para uma nem sempre fácil pesquisa
na internet. Isto se deu, por exemplo, com o livro A ÚLTIMA COPA EM PARIS, do
escritor e jornalista Ademar Gomes, de quem ilustrei um bom número de livros.
Ilustração para uma das crônicas do livro.
Na pesquisa
que fiz recorri ao site da Estante Virtual, especializada em livros usados, um
sebo eletrônico trabalhando duro para os que, ao contrário dos nazi-fascistas
de plantão, são convictos de que cultura, conhecimento, bons livros só nos
trazem intensas e benfazejas luzes n’alma, nos ampliando os conhecimentos alargando beneficamente nossos horizontes. Dei
sorte, havia um exemplar. Só um único exemplar à venda em um sebo lá de
Brasília, aguardando por mim. Curioso pensar como um livro editado de forma independente por um escritor baiano, arrojado, com esforços próprios, sem contar com os préstimos de distribuidora alguma, foi parar em um pequeno sebo do centro do poder político do país. Tratei logo de fazer um cadastro no site,
formulei o pedido online e tudo correu maravilhosamente. Paguei o boleto,
recebi mensagem com a confirmação e, sem demora, em poucos dias, o livro chegou
à minha porta trazido pelas mãos de um altaneiro estafeta paramentado com as cores da
ECT. Alegria total, como se pode constatar através de minha alumbrada feição na foto acima. Só quem gosta de ler, só quem gosta de livros e opúsculos em geral pode saber bem do que falo. U-hu, o Fachin é nosso!!, quero dizer, o livro é meu!! Um viva para a rapaziada da
Estante Virtual, vida longa para eles. Que outros possam experimentar a
alegria, a felicidade que experimento por ter conseguido um livro que desejava
ardentemente. Obrigado, Estante Virtual. Salve, salve!
15 abril 2022
14 abril 2022
13 abril 2022
03 abril 2022
Fernando Pessoa, poeta e fingidor, as criadas e os moços de fretes. .
(180518)
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Arte que se reparte,
Galeria / Retratos,
Vale a pena Verdi e Nova
Gutemberg Cruz, o indecifrável Coringuto
A lindíssima mostra com trabalhos do cartunista Lage que rolou não faz muito tempo na Caixa Econômica da Rua Carlos Gomes nesta afrobaiana Soterópolis, significativa e comovente, foi produzida por Alice Lacerda e Nildão, constituindo-se uma homenagem tocante e mais que justa para um cara de um talento raro que nunca encontrou similar no mundo dos cartuns. Encheu nossos olhos de prazer, nos envolvendo o coração com uma emoção finíssima, conduzindo-nos a uma alegria reconfortante. Estive por lá como fã, como amigo, como colega de traço e até ministrei uma oficina de caricaturas. Tudo que envolveu Lage em vida teve sempre um elevado astral. E nada parece haver mudado, pois muita coisa boa me aconteceu nas várias vezes que por lá apareci. Uma foi rever meu brodinho Gutemberg Cruz, jornalista e crítico de quadrinhos, gente finíssima, fundamental incentivador dos cartunistas baianos. Fiquei assaz impressionado com o Guto que de tanto gostar, pesquisar, consumir, ver, ler, de muito entender e devorar quadrinhos pareceu-me a cada dia ficar mais parecido com os personagens das páginas agaquesísticas. Guto tem horas que fica a cara feita a nanquim do Coringa, The Joker, com direito a risos indecifráveis, esgares arrepiantes, gestual de saltimbanco, proferindo falas carregadas de dubiedades e mistérios insondáveis. Está dando pinta de que qualquer dia desses cada vez que ele falar suas palavras virão acondicionadas em um balão de HQ com direito a lotes de onomatopeias do conhecido vilão galhofeiro. Santo irmão gêmeo, Batman! Esta missão começa a ficar perigosa, Seu Nildão!(Hoje, dia 3 de abril, reposto esta postagem-exaltação em homenagem ao grande aniversariante do dia, meu confrade Gutemberg Cruz, um ariano-raiz: honesto, criativo, corajoso, batalhador.)
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