17 julho 2026

Neymar atualmente não está servindo nem para engraxar as chuteiras de Messi.

É no mais célere dos azáfamas que escrevo esse textículo, digo, esse breve texto. E a razão é porque hoje é sexta-feira, 17 de julho de 2026 e, destarte, depois de amanhã será domingo, dia 19 de julho, dia da ansiada decisão dessa corrente Copa do Mundo. Transpordantes emoções tomarão conta de todo esse planeta, futebol é o esporte mais popular, amado no mundo inteiro. Em tudo e por tudo, essa final será empolgante, palpitante, eletrizante e será decidida entre uma equipe europeia, a Espanha, e uma sul-americana, a Argentina, por sinal a atual campeã mundial, título que conquistou com todos os méritos na Copa de 2022, no Qatar. Não fossem los hermanos, a final seria entre dois times europeus. O comentarista Marcos André Vampeta, dando um banho nos demais colegas de comentários, cravou que os espanhóis despachariam para casa a maravilhosa e empolgante equipe da França, compostas por grandíssimos craques como Kylian Mbappé, Dembélé, Olise e outras feras. E também disse que a Argentina de Messi ia despachar o English Team. Como assim?! Como assim?! Achei uma loucura de Vampeta cravar tais afirmações enquanto na sua quase totalidade, os demais comentaristas apostavam o contrário ou ficavam em cima do muro. O Velho Vamp, com sua simplicidade, provou que é a fera maior entre os comentaristas, suas previsões emitidas com toda firmeza de quem manja do assunto mais que todos, se confirmaram. Agora ele crava que o time da Argentina não vencerá a Espanha nessa final. Estou longe de entender a fundo os meandros do futebol e suas supreendentes surpresas feito o Marcos André e não vou me arriscar a dar minha previsão nada abalizada. Toda minha pressa, toda essa lufa-lufa para escrever e postar esse texto é por que quero antes da final deixar registrado aqui e agora uma afirmação, e o faço com uma inveja de la puerra do Velho Vamp - tentando mostrar a mesma segurança e firmeza vampetística - que todas as seleções do Brasil das últimas quatro ou cinco Copas até esse ano de 2026, todas elas, não passam e nunca passaram do nível de timezinhos chinfrins ou de várzea diante da talentosa, lutadora, aguerrida, combativa e resiliente equipe da Argentina de Messi e seus compañeros de reparto. Desnecessário dizer que não é à toa que Leonel Messi está sendo considerado o maior jogador do mundo, sendo o maior artilheiro de todas as Copas. Os mais sensatos têm que admitir que atualmente diante de Messi, o Mulequi Ney, com quatro participações medíocres, vexatórias, em Copas, perdeu pelo caminho o futebol fantástico que tinha, que encantava a todos e que mostrou ao mundo na época que jogou pelo Barça até 2021. Suas prioridades sempre foram bem diferentes das do que esperavam dele os torcedores brasileiros. Com o agravante de ter desenvolvido um joelho de paçoca, hoje em dia o Mulequi Ney não serve nem para engraxar as chuteiras de Messi, um gigante já lendário em duas Copas. Domingo, o craque argentino poderá se sagrar bicampeão ou, pelo menos, vice-campeão mundial. E os brasileiros que tiverem um mínimo de espírito esportivo, terão que deixar antigas diferenças de lado, engolir a seco esse sapo e reconhecer os méritos de La Pulga por comandar uma seleção sul-americana, que pratica um futebol no mais belo estilo latino, competitivo, duro, mas bonito, vitorioso, com garra, arte e talento como a seleção canarinho já praticou em dias cada vez mais distantes.