Por estas e outras é que a Bahia foi um dia cognominada a terra da felicidade.
26 setembro 2026
Dr. Jota Cristo, advogado trabalhista, TRT da Bahia, João Jorge Amado e Setúbal.
Por estas e outras é que a Bahia foi um dia cognominada a terra da felicidade.
Flavio Colin, desenhista de quadrinhos, um cara muito especial.
(120414)
Lage, Nildão, Setúbal, Zé Vieira, Alexandre Dumas, cartuns.
O Bundamolismo e o cabotinismo neste país tupiniquim
***Neste post mais três trabalhos de ilustração, como me exigiu o cacique Biratan, que é minha participação em um projeto mostrando trabalhos de artistas gráficos exibidos no Facebook. Na sessão de hoje, numa homenagem ao assaz laureado cineasta Lima Barreto, nada de technicolor ou tequinicolor, só sertão com suas muitíssimas veredas, sertão nordestino, cangaço e cangaceiros em P&B.

21 setembro 2026
20 setembro 2026
Saudades do nazismo e do fascismo..
As façanhas sexuais de um chefe, segundo o relato de um insuspeito Puxa-saco.
O criativo e hilariante texto contido no livro MANUAL DO PUXA-SACO, do escritor e jornalista Ademar Gomes, é de imprescindível leitura para os que querem, nestes tempos bicudos, assomar o pedestal da dignidade puxa-saquística e se regalar com os proventos daí advindos. Transcrevo a seguir um trecho do que Ademar Gomes escreveu sobre o assunto no seu delicioso MANUAL:
**********Quando recebi o texto original de MANUAL DO PUXA-SACO, esta basilar obra de Ademar "Professor Bandeira" Gomes, não pude me conter e li-o de um só fôlego, tão deliciosos eram os escritos de Ademar. Aí então, lesto e presto, esbocei todas as ilustrações usando grafite 2B sobre providencial papel Opaline 180g. Incontinente, arte-finalizei todos os desenhos com uma dócil canetinha de ponta porosa e indiquei o meio-tom em papel vegetal. E se é fato que curti à beça o texto de Ademar, devo aduzir sem constrangimento algum que, qual soteropolitano Narciso, aqui confesso que também curti muito as ilustrações que fiz para tão magistral escriba e tão generoso amigo.
15 setembro 2026
Lage, cartunista e caricaturista maior, tinha lá seus pecadilhos.
(140712)
10 setembro 2026
07 setembro 2026
O Humor maior de um gênio francês do cinema chamado Jacques Tati, com seu Monsieur Hulot..
(250816)
05 setembro 2026
José Luiz Torrente, um policial fascista-onanista.
03 setembro 2026
José Luiz Torrente, um mui amado fascista contra homossexuais e a serviço dos cidadãos de bem.
(040317)
28 agosto 2026
Mauro Betting dizendo que o Brasil é favorito em 2030 após o novo vexame mundial.
Um turbilhão de comentários inunda redes sociais e bancadas de TVs depois do vergonhoso soçobro da "nossa" seleção, ou seleção das Bets e congêneres, na Copa de 2026, nos EUA. Milhares e milhares de postagens com argumentos pretensamente definitivos sobre as razões das pífias atuações individuais e da lamentável campanha brazuca. E - acreditem, pois afinal isso aqui é Brasil-sil-sil - milhares de elementos encontrando méritos na imeritória seleção. Fomos pela sexta vez seguida chutados nos fundilhos para fora das disputas por uma seleção europeia. Intragáveis pletoras de comentaristas convictos de serem PHDs em tudo que se refere a futebol, exaltados, provocando uma torrencial chuva de perdigotos, vem deitando falação sobre a mais recente vexaminosa campanha da seleção que, a exemplo de múltiplas antecessoras, ajudou a desonrar ainda mais o excelente conceito conquistado com todo merecimento por gerações passadas. Pelo mérito dessas predecessoras gerações legiões de torcedores, cronistas esportivos, jogadores e cartolas subiram em um pedestal bem alto e hoje, com a maior das soberbas, vivem arrotando que temos de ser respeitados pois "somos pentas, somos pentas!". Do pedestal não querem descer de jeito nehuma ainda que ao redor tudo esteja desmoronando a passos largos. Como em nada contribuíram para os velhos dias de glória, nem Neymar nem outros quaisquer das recentes seleções têm direito de dar carteirada de pentacampeões. Tudo que os dessas recentes seleções fazem é colocar dezenas de pás de cal sobre o bom conceito do nosso futebol que a cada ano vai se esvaindo enquanto são exaltados os miliardários ídolos de pés de barro dentro de suas chuteiras de grife. Diante do que é tão óbvio deveríamos ter autocrítica para entender a gravidade de insistirmos em viciosos e equivocados argumentos. Recuperar a excelência e o poder de competitividade que tínhamos não é nada, nada, nada fácil, mas impossível não é. Só que as mídias da comunicação e TVs são partes interessadas que não mostram interesse em melhora coisíssima alguma. Perdendo ou ganhando, os lucros exorbitantes continuam a entrar às toneladas para aquela galera de sempre. Para manter esse conceito de "melhor seleção de futebol do mundo" os privilegiados e favorecidos de sempre se valem de discursos que no fundo são propagandas enganosas mantidas até mesmo por certos lixos humanos guindados à condição de "cronistas esportivos" que cotidianamente vomitam enganosos conceitos diante de microfones e câmeras. Tudo fica pior quando cronistas juramentados, considerados racionais, como o assaz simpático Mauro Betting, fazem postagens como uma em que Betting afirma que a "nossa" seleção estará entre as favoritas para ser campeã na próxima Copa do Mundo. Não duvidamos que as já mencionadas Bets e mídias corporativas que faturam fortunas endossarão tal insanidade sem o mínimo fundamento. Mauro, habitualmente um cara ponderado, no caso em pauta parece mais estar preocupado em garantir seu bem remunerado emprego de comentador futebolístico esquecendo-se que esse alegado favoritismo tem se mostrado apócrifo a cada quatriênio. Ao formular tal afirmação Betting deu uma bela derrapada, mas sempre mostra ser boa gente, se porta de forma cordial, bem humorada, acredito na sua lisura profissional e honestidade e não o creio envolvido em suborno vindo de onipresentes e milionárias casas de apostas nem em nada escuso que justifique que ele seja injusta, precipitada e levianamente apodado de Mauro Bets. Tentando entender o porquê de Mauro dizer o que disse, concluo que a seleção do Brasil, pelos seus magistrais prodígios futebolísticos praticados nos áureos tempos, adquiriu para si, de forma vitalícia, o conceito de ser ad infinitum uma "seleção favorita", ainda que hoje esteja muuuuito longe de merecer ser considerada como tal. E nada importa que ela sofra uma acachapante goleada de 7x1 em uma Copa dentro de sua própria casa, ou que seja continuamente eliminada por seleções europeias medianas. Nada lhe retira o perpétuo título de "favorita". Resta esperarmos sentados que um dia a ficha caia e finalmente as pessoas se deem conta que as atuações lastimáveis que hoje chamam de "vexame" deixou de ser fato eventual e tornou-se uma previsível e deplorável rotina. Contando com as quatro Copas sob atuações pífias de Neymar, o resultado é que é desanimadora a história vivida por seleções que tudo de errado fizeram para que perdessemos de forma vergonhosa todos os seis títulos disputados desde 2002. E a coisa é ainda mais grave e deprimente do que enxerga nossa vã filosofia. A ponto de completar um longo quarto de século em busca do título de hexacampeão, tudo o que conseguiram foi serem eliminadas seis vezes seguidas por seleções europeias, algumas de segunda ou terceira grandeza, perpetuando a façanha de nos trazer o desonroso título de hexaeliminados em Copas. Agora a camisa canarinho aonde for leva estampada, indelével, esse indesejado carimbo, um feito inédito que nenhuma seleção almeja igualar. Aí ou você encara essa amarga realidade ou faz como Mauro Betting e tantos mais e segue apostando na falaciosa fantasia do favoritismo perpétuo. (100726)
23 agosto 2026
Um autóctone brasileiro em Nova York e o desígnio de um amigo cartunista.
22 agosto 2026
A LÍNGUA DA BOLA, um e-book feito para que você aprenda a dominar a linguagem do futebol.
Alguém já disse que o Brasil é um país com milhões de técnicos de futebol. Em números atualizados pelo IBGE somos 213,4 milhões de técnicos, professores, místeres. Sobre o esporte mais popular desse patropi abençoá por Dê e bonito por naturê muito já se falou nos mais variados aspectos. Um deles é o jargão futebolístico, a pitoresca linguagem vigente no universo desse popularíssimo esporte falada por torcedores, jogadores, técnicos e diversos profissionais que militam no meio futebolístico. Não é pra me gabar não, mas sou um estudioso do assunto assaz dedicado, laureado, incensado, reverenciado, até glorificado porque sou praticamente um Luis da Câmara Cascudo do esporte bretão nesse país nada bretão. Variados termos e expressões tais quais "maria-chuteira", "xaréu", "voltar de táxi", "regra 18", "baba" e tantos outros mais são explicados tim-tim por tim-tim. Quem quiser ficar bem informado sobre o assunto e aprender a falar essa linguagem enquanto se diverte, que trate logo de ler o livro que eu e meu confrade muito bom de bola, Edilson de Lucena, escrevemos com toda dedicação para os apaixonados torcedores. Para adquiri-lo, basta fazer como bem o fez o conceituado escritor soteropoliaustríaco R. Lackinger: você entra no site da AMAZON e procura pelo livro A LÍNGUA DA BOLA, de Edilson de Lucena e Setúbal. Em breve tempo você, atilado leitor, estará se expressando fluentemente na lingua mais popular desse popular País do Futebol. 
20 agosto 2026
Chico Buarque, Montaigne e eu com eles, a caminho de minha merecida glória literária.
14 agosto 2026
Montaigne, Chico Buarque e o Amor que não pede explicações.
(040916)
09 agosto 2026
06 agosto 2026
Professor Pasquale fez forfait na aula O estrangeirismo no Português do Brasil, mon Dieu!
Por sempre me faltar l'argent jamais tive uma garçoniére ou mesmo um pied-à-terre. Nunca fui habituée de rendez-vous - no sentido usado no Brasil, bien sûr - em compensação frequentei muuuito o boudoir de uma madame altamente distinta. Enquanto eu, eterno cafona, envergava na cintura uma pochette, ela - très chic - ia de nécessaire blanc, evocação ao Aldir, e um manteau estilão pied-de-poule, do Dior. Para meu gáudio, essa femme fatale nunca usava soutien, ficando très jolie de lingerie, e assaz coquette em uma négligée preta e em um peignoir transparentemente revelador que era de matar le diable. Mas o que ela curtia mesmo era ficar au naturel para um tête-à-tête amoroso à luz difusa do abat-jour lilás. Ulalá! A frase que dela mais eu escutava era "Voulez-vous coucher avec moi ce soir?" Eu sempre dizia "oui, oui, oui" sem falar uma palavra, de um modo que nem Marcel Marceau faria melhor. Ela, um azougue, sempre organizava uns soirées na base do petit-comité, onde eu era o piéce de résistance, que não sou fraco, não. E a danadinha sempre convidava uma certa mademoiselle muito cheia de predicados, une belle salope que fazia miché e - noblesse oblige - com um belíssimo derrriére de se comer rezando, sendo que a talzinha era uma mistura de uma jovem Catherine Les parapluies de Cherbourg Deneuve com a Isabelle Adjani, e dona de um menu sexual ricamente sortido, sendo ela apetrechada de libidinagens que du coup me transformavam em um Marquês de Sade afro-baiano e vai daí nas partouzes mais vertiginosas baiser e jouir era comigo mesmo. Sacré bleu!, mas que pas de deux, que nada!, a gente se enroscava num ménage à trois alucinante - que eu não sou de ficar só nessa de voyeur - e lá vinham elas com miríades de bouquettes e eu com um verdadeiro pot-pourri de safadezas para atender a ambas, a todo instante solicitando meus proverbiais faire minettes. Franchement, se alguma coisa tenho nesta vida é savoir - faire em sacanagens de alcova e variadas cochonneries e aí tome-lhe entrée e reentrée, entrée e reentrée, entrée e reentrée, a meio seus gritos e sussurros, e eu naquele doce déjà vu só vendo la vie en rose. Vive la différence! Insaciáveis elas vinham prá cima de moi, e eu, sendo o crème de la crème, não deixava barato e fazia minha parte comme il faut. E bota comme il faut nisto. Et alors, mes enfants, c'est fini. Ao som de La Marseillaise em ritmo de samba de roda da Bahia, maintenant eu digo au revoir, mon roi!02 agosto 2026
01 agosto 2026
Paulo Coelho: depois do extenuante Caminho de Santiago, finalmente La vie en rose

(270813)
31 julho 2026
O belicosoTrump e seu irmão gêmeo brasileiro. O Irã, Israel, a Palestina.
29 julho 2026
Música pra se ouvir com olhos atentos e ver maravilhado com os ouvidos.
27 julho 2026
Mulher de Leão no Horóscopo de Vinicius de Moraes
(121013)
20 julho 2026
Vampeta, um comentarista extraordinário, subestimado por seu estilo despojado, irreverente, profundamente popular.
Acabou a Copa do Mundo e no jogo decisivo a seleção da Espanha - como previu o notável comentarista Vampeta - controlou a posse de bola no tempo normal, também na prorrogação, e acabou por meter três gols na Argentina. Dois deles a arbitragem anulou de uma forma, digamos, questionável, algo suspeita. O outro a dita arbitragem não teve como anular. Conforme todos estamos assistindo, um oceano de comentaristas vêm deitando falação com toda espécie de visão, opinião, conceituação. Algumas são bastante aceitáveis, feitos com ponderação e conhecimento do assunto. No entanto o que mais se ouve e se vê formam um nefando caldo formado por visões equivocadas, não só do esporte quanto da existência, pobreza espiritual, insipiência mental, conveniência em buscar agradar anunciantes ou empregadores, e toda sorte de absurdos. No meio de um bombardeio de despropósitos, bobagens, equívocos diversos, falas a serviço de interesses suspeitosos, mister se faz enaltecer um grupo reduzido de profissionais das mídias, pessoas que conhecem futebol a fundo e emitem suas opiniões com honestidade, ética, decência. Dentre esse seleto grupo, há que se enaltecer sobremaneira um diferenciado comentarista, ex-jogador e hoje uma pessoa do meio das comunicações, um cara chamado Marcos André, mais conhecido pelo apelido de Vampeta, o Velho Vamp, dileto filho de Nazaré das Farinhas, na Bahia. Não vou aqui enumerar, explanar todas as qualidades inerentes a esse ilustre nazareno, mas não posso deixar de ressalvar a capacidade analítica e sempre muito bem fundamentada de Vampeta e o fato dele mostrar notáveis aptidões etnográficas, antropológicas e uma memorável memória para citar datas e escalações de times inteiros, os nos quais jogou, os dos adversários e o escambau. Encurtando o papo, sou fã incondicional de Vampeta em seu labor de comentarista. Antes já o admirava como extraordinário jogador que tanto contribuiu para a grandeza do meu Timão, jogando muita bola e participando ativa e meritoriamente para o título de I Campeão Mundial Interclubes da FIFA, no ano 2000. Jogando pela seleção brasileira, Vamp também brilhou intensamente e foi campeão mundial na Copa do Mundo de 2002, em um tempo que a seleção do Brasil era uma seleção respeitada, admirada, cultuada, reverenciado no mundo inteiro, nada a ver com essas recentes seleções que são eliminada das Copas ano após ano, ad infinitum. Quanto a ser comentaristas, tenho para mim que Marcos André Vampeta é disparadamente o melhor comentarista entre os melhores e mais confiáveis e competentes comentaristas do rádio e das TVs e das mídias da internet. Entre as inúmeras justificativas para tal conceito, basta lembrarmos que nas rodadas finais dessa Copa de 2026, a cada uma das rodadas, enquantos os demais comentaristas viajavam na maionese ou se omitiam, Vampeta, com segurança e muita personalidade cravava quem seria o vencedor. Afirmou que a extraordinária França perderia para a Espanha. Ouvi e, como não sou o gênio da raça, achei um absurdo. Cravou depois que a Inglaterra soçobraria contra a Argentina e que na final, entre Argentina e Espanha, os espanhóis se sagrariam os legítimos campeões do mundo nessa Copa de 2026 devido ao seu estilo de jogo, de jogar como um time entrosado, de ter a posse de bola o tempo todo e, destarte, comandar o ritmo do jogo. As previsões de Vamp foram certeiras, precisas, algo de deixar qualquer torcedor de boca aberta. Diferente de uma extensa pletora dos que se acham grandes PHDs em comentários sobre futebol, Vampeta é um cara simples, contido, moderado, espontâneo, verdadeiro que assume de boas seu estilo de vida pessoal onde se incluem ilimitadas quantidades de gelo e petecas. A todos que, por suas infalíveis previsões, agora querem colocar sobre sua cabeça uma coroa, Vamp diz que nada mais fez do que se guiar por estatísticas para anunciar o que viria. Tal modéstia gera uma indagação: se é assim, por que os outros comentaristas não igualaram seu feito? Certamente por ser pessoa tão simples, humilde e verdadeira, com todo seu extraordinário talento Vampeta é um cara visivelmente subestimado por muita gente do meio e por torcedores, pessoas que não conseguem enxergar no Velho Vamp que ele é, com todo merecimento, um raro, um extraordinário, estupendo comentarista de futebol e do universo futebolístico.18 julho 2026
Decisão da Copa do Mundo de Futebol, Política, Arbitragem, Trump e Infantino.
Hoje, domingo, 19 de julho, logo mais às 16h acontecerá a ansiada peleja que irá decidir quem será o grande campeão dessa atual edição da Copa do Mundo de Futebol no corrente ano de 2026 realizada no Canadá, México e nos EUA pela Fédération Internationale de Football Association, a FIFA. Gianni Infantino manda na FIFA. Por outro lado Donald Trump manda prá (*)aralho em Infantino. Trump detesta tudo que se oponha a si, a seu rotundo ego e à sua conduta que ele próprio reconhece que se trata de ações de pirataria. Vai daí, sabemos que na Europa a Espanha vem há tempos peitando a política pirata de Trump e o arrogante e beligerante Big Carrot está porraqui com os compatriotas de Almodóvar, Cervantes e Angelines La Bruja del 71 Fernández. Por outro lado, o atual presidente da Argentina é Javier Peluca Milei, um assumido lambe-botas dos mais servis de Trump, um rastejante pau-mandado do Cenourão. Considerando que Infantino manda na FIFA, que o pirata Trump manda pra (*)aralho em Infantino e tudo o mais que já foi dito, o que assitirão logo mais os povos do mundo, um espetáculo feito de ética e lisura sem interferências tendenciosas da arbitragem ou do VAR, ou um espetáculo dantesco de rapinagem arbitral explícita contra a Espanha que peita o Big Carrot, e a favor do time da Argentina do seu sabujo extremista Milei? Nem é preciso colocar sobre a cabeça um chapéu de alumínio para considerar possível essas possibilidades em jogo no jogo. Pelo bem da credibilidade do mundo do futebol esperemos que uma versão política e pebolística do clássico literário Relações Perigosas não entre em campo para decidir no apito e no VAR quem será sagrado o legítimo ou ilegítimo campeão da Copa do Mundo neste ano de 2026.17 julho 2026
Neymar atualmente não está servindo nem para engraxar as chuteiras de Messi.
13 julho 2026
O que aconteceria à seleção do Brasil se tivesse que disputar sua classificação para Copas do Mundo contra seleções europeias?

























