Trump, o Irã, Israel, a Palestina e Tiú França.
Alguém aí na plateia deste blog sabe dizer quem foi um bolsonarista chamado Tiú França, um ser, ao que se sabe, fanatizado pelas paranoias produzidaos pelo gabinete do ódio da familícia e pelos discursos belicistas vomitados a todo instante por Bozonazi, garoto-propaganda da indústria das armas? Segundo o que foi apurado pela PF, no ano de 2024, o delirante Tiú tentou adentrar o prédio do STF com explosivos para lá dentro causar uma explosão e, felizmente, não conseguiu o acesso. Vai daí, com explosivos e uns tantos fogos de artifício, levou a cabo o que seria um atentado político que resultou em uma vítima fatal na Praça dos Três Poderes, em Brasília. A motivação para o insólito atentado é algo sem resolução vez que o único que poderia decifrar tal enigma seria o enigmático Tiú França, não fora justamente ele a supracitada e desditada única vítima fatal nesse mencionado ato extremista de obscuras razões, motivações, estratégias. Falamos do quase anônimo Tiú França e seu intento de explodir pessoas. Falemos agora de um seu irmão, esse famoso, mas de intenções igualmente belicosas. Eis que no Oriente Médio o presidente dos EUA, Donald Trump, com sua habitual arrogância, pôs fogo ao estopim que pode levar o mundo à III Guerra Mundial - provavelmente a definitiva - já que pode redundar no extermínio dos povos, das nações, de todo este planeta Terra, inclusive de uma visgueira na Baixa da Égua que este escriba sói frequentar com o precípuo escopo de sorver umas capitosas canjibrinas, uns milomes e umas erva pôdi as quais me livram das minhas tensões cotidianas que em muito se ampliaram nesses tempos de extremismos bozonarísticos. É fato notório que Trump bombardeou o Irã e assassinou o Aiatolá Ali Khamenei, líder supremo iraniano, e achou que isso bastaria para que o Irã se rendesse sem revides como quando, adotando o modus operandis dos mais saqueadores piratas dos mares do Caribe, invadiu a Venezuela pra tomar na mão grande o petróleo do povo venezuelano. Só que o Irã não é a Venezuela e Trump, embora tenha .poderio militar, não é o grande estrategista que julga ser. Ainda é precoce falar, mas pra dizer a verdade, no caso em pauta, o pretenso estrategista Trump mais parece o pretenso estrategista Tiú França. Como gritante diferença, Trump tem um arsenal nuclear, coisa que Tiú França não tinha. Além do que Tiú era calvo e não escondia do mundo sua calvície, enquanto Trump, irresignável com sua alopecia, insiste em ostentar sobre sua beligerante cabeçorra uma reluzente peruca em tons fulvos que a brisa dos Istêites beija e balança. Fora esses insignificantes detalhes, Trump e Tiú França são irmãos gêmeos. 100326