27 janeiro 2010

Música para se ouvir. Música para se ver.

Música. Ontem, hoje, agora, ainda e sempre. Gravada ou ao vivo. Via rádio AM ou FM, em CD -  original ou pirata-, na trilha sonora de filmes, de novelas, de minisséries televisivas, no coreto da praça, na viola de um cego cantador, no repente de surpreendente repentista, na tuba, no contrabaixo, no alto falante do circo mambembe, na flauta doce ou salgada, no violão, no cavaquinho, no bandolim, no pandeiro, no berimbau, na guitarra, plugged ou unplugged,  em  mesmo em tinta acrílica sobre tela como nesta pintura que fiz com mucho gusto. Música, ah, qualquer música! Samba, rock, baião, xaxado, maxixe, jazz, tango, fado, valsa, corta-jaca, tarantela, blues, bossa-nova, cumbia,  reggae, samba-reggae, samba-rock, bolero-lero-lero-lero, no beguin the beguine. Música. Qualquer música, ah, qualquer, logo que me tire da alma esta incerteza que quer qualquer impossível calma!